Camila Monroe e Rodrigo Ratier

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Nas eleições deste ano, o bordão "Educação é prioridade" foi, provavelmente, o mais bradado pelos candidatos em busca de uma vaga nas Assembleias Legislativas, no Congresso ou nos Executivos estaduais e federais. O problema é que, com raras exceções, o discurso não ia além do lugar-comum de sempre: valorizar o professor, melhorar a qualidade do ensino, recuperar a infraestrutura da rede. Ok, todos de acordo quanto a isso. Mas pouco se falou sobre o que de fato interessa: propostas concretas para enfrentar os obstáculos e evoluir.
Tratar a Educação como prioridade significa ir além das generalidades do horário político. Requer preparo e conhecimento profundo do assunto (não é admissível, por exemplo, que um quarto dos projetos de lei na área da Educação no Congresso defenda a criação de disciplinas, ignorando necessidades mais urgentes). Também pede coragem para romper com comportamentos tão tradicionais quanto nocivos, como a ideia de que o novo governo só se inicia no dia 1º de janeiro.
Por muito tempo, os três meses que separam as eleições da posse eram caracterizados por uma inércia administrativa. Felizmente, a gestão pública está amadurecendo. Hoje, um governante não pode se dar ao luxo de iniciar o mandato sem conhecer, em detalhes, as virtudes e as debilidades da rede.
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marília carollyne soares de amorim - Postado em 18/11/2010 18:32:42
olá meu comentário foi postado na revista de outubro, mas apareceu sendo do estado de São Paulo, está incorreto sou de Altos-PI.
marília carollyne soares de amorim - Postado em 27/10/2010 11:32:40
A melhoria da qualidade da educação torna-se tema de destaque no período eleitoral, mas quando este passa a educação é mais uma vez esquecida, fato que deve ser mudado e só depende de nós, na escolha dos candidatos que apresentem as melhores propostas.