Bianca Bibiano

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Dentro dessa perspectiva, as atividades de memorização de repertório devem integrar o trabalho mais amplo com cálculo mental. O ideal é que elas façam parte das últimas etapas, na fase de sistematização do que foi aprendido. Isso significa que a ação de decorar resultados está mais para ponto final do que para pontapé inicial dos trabalhos.
No conteúdo, os especialistas reconhecem diversas práticas em sala de aula. O matemático espanhol Carlos Maza Gómez observa no livro Multiplicar y Dividir - A Través de la Resolución de Problemas que o trabalho com a memorização ocorre de três maneiras: a primeira aponta para a repetição de resultados até que eles sejam guardados na memória, enquanto a segunda se dá quando os resultados fazem parte de uma sequência - por exemplo, decorar a tabuada do dois, depois a do três e assim por diante, criando relações entre elas.
Para o autor, esses dois caminhos, que predominaram nas escolas durante boa parte do século passado, não são os mais adequados. A "terceira via", proposta por Gómez, consiste em fazer com que o aluno decore os resultados sem criar vínculo com a sequência - e, claro, apenas depois de entender o cálculo (leia a sequência didática sobre esse tema).
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maria avanis - Postado em 04/05/2010 22:04:03
Achei muito interessante a maneira de usar o calculo mental , com as crianças. Amanha mesmo estarei pondo em pratica. Obrigada!
Aparecida Giovana Mouroço de Freitas - Postado em 06/10/2009 15:23:15
Adorei as dicas sobre assuntos relacionados ao cáculo mental e as tabuadas. Adoro lecionar matemática para os pequeninos (10 a 11 anos), ensino várias estratégias e truques para que os alunos sintam prazer em aprender. Com as tabuadas além fazer uso de alguns jogos que conheço, também, costumo dizer que os produtos rimam com o último fator (6x8=48; 6x4=24; 5x5=25...). Parabéns pela reportagem.
Ricardo Ferreira Leite Vianna de Oliveira - Postado em 04/10/2009 16:51:36
Excelente matéria. A Matemática não pode ser encarada como um monte de regras sem sentido e apenas como decoreba. Cada um deve aprender a desenvolver uma estratégia e não a decorar um fato. Ricardo Vianna. http://prof-ricardovianna.blogspot.com/