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Arnaldo Brites Filho - Postado em 11/04/2010 08:11:58
Eu achei esta reportagem muito interessante e proveitosa, pois estou fazendo oficinas de língua portuguesa com meus alunos e antes deles fazerem entrevistas com as pessoas idosas (os que estão trabalhando o gênero memórias literárias) estes não poderiam perder de estudar este outro gênero textual, enriquecendo assim tanto minha prática de ensino como também o domínio dos meus alunos de novos gêneros textuais. Parabéns a equipe da Revista Nova Escola. Professor Arnaldo Brites Filho, Bela Vista MS.
Solange Gomes da Fonseca - Postado em 14/03/2010 05:00:13
Solange Gomes da Fonseca. Para que o ensino da comunicaçao oral ocorra e, os resultados do genero de uma entrevista saia tranquilo e ao mesmo tempo seguro, é preciso que o professor mude e inove suas praticas pedagogicas, onde essas mudanças ocorram num sentido mais profundo e, que levem seus alunos a saber como se comportar numa entrevista. O professor precisa pensar o curriculo e as teorias curriculares como um discurso produtor de sentidos, identidades e subjetividades. Como foco portador de significados e formas de ensinar, aprender e ver o mundo, como um discurso comunicativo, e dessa forma, observar a razao pela qual as teorias da comunicaçao passam a ganhar relevancia ao lado das teorias da educaçao. A oralidade é considerada pelos professores como requisito inicial no processo de aprendizagem da lingua e condiçao para a aquisiçao do conhecimento. A pratica tem demonstrado, e qualquer professor sabe disso, que os alunos "tremem" diante da possibilidade de falar ao publico.Temem o erro e suas consequencias:o ridiculo, a nao aprovaçao e o constrangimento, desestimulando o aluno a investir em novas tentativas. Por sua vez, nesse video, discute-se o "falar", que é imprescindivel abordar o "escutar", a contrapartida do ato do emissor, mesmo quando se considera uma comunicaçao quase unilateral, tao presente na sala de aula. No entanto, ha tambem a oportunidade em que a linguagem serve como instrumento de organizaçao e expressao pessoal. De maneira geral fala-se para ser ouvido por outra pessoa e, inversamente, ouve-se algo que tenha sido falado.