Luiza Andrade

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No livro Aprender a Ler e a Escrever, Ana Teberosky e Teresa Colomer falam sobre a importância com esse cuidado: "Apesar de a criança aprender graças à interação com diferentes materiais gráficos, para apropriar-se da linguagem escrita" é necessário que ela participe de situações em que a escrita adquira significação."
Assim, contempla-se o preceito colocado pela psicolinguista argentina Emilia Ferreiro de que qualquer escrita é um conjunto de marcas gráficas intencionais, mas são as práticas culturais de interpretação que as transformam em objetos simbólicos e linguísticos.
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Nome não registrado - Postado em 08/03/2012 22:47:11
As dicas são excelentes, porém a presença da prática tradicional ainda é pesada e maciça nas escolas, entrei numa turma de alfabetização e tentei introduzir um trabalho como o proposto pela revista, e fui mal interpretada, pois a professora da turma de alfabetização 2 é tradicional, então a direção da escola me obrigou a fazer meu trabalho como o da outra professora(que é mais antiga) para que não acontecessem comparações entre turmas, então fui tolhida na minha vontade de fazer uma alfabetização mais voltada para o letramento. E para não perder meu emprego, estão acatando todas as ordens e desaprendendo tudo o que aprendi e pesquisei durante 4 anos de curso. Uma pena, mas eu preciso trabalhar. Agora uma experiencia adquiri com isso tudo: nada pode ser radical, na pratica construtivista existe a presença da tradicional e na tradicional existe a presença da construtivista, podem crer nisso.Abs companheiras(os)