Márcio Ferrari
Nenhum pensador ou cientista do século 20 levou tão longe a crença na possibilidade de controlar e moldar o comportamento humano como o norte-americano Burrhus Frederic Skinner (1904-1990). Sua obra é a expressão mais célebre do behaviorismo, corrente que dominou o pensamento e a prática da psicologia, em escolas e consultórios, até os anos 1950.
O behaviorismo restringe seu estudo ao comportamento (behavior, em inglês), tomado como um conjunto de reações dos organismos aos estímulos externos. Seu princípio é que só é possível teorizar e agir sobre o que é cientificamente observável. Com isso, ficam descartados conceitos e categorias centrais para outras correntes teóricas, como consciência, vontade, inteligência, emoção e memória - os estados mentais ou subjetivos.
Os adeptos do behaviorismo costumam se interessar pelo processo de aprendizado como um agente de mudança do comportamento. "Skinner revela em várias passagens a confiança no planejamento da educação, com base em uma ciência do comportamento humano, como possibilidade de evolução da cultura", diz Maria de Lourdes Bara Zanotto, professora de psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
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ddddddddddddddddddddd - Postado em 27/06/2011 03:54:54
É triste ler um texto mal fundamentado como este, além da perda de tempo é um material que dissemina o preconceito acerca de uma abordagem teórica que tem muito a contribuir. O ideal seria vocês escreverem um artigo e buscar compreender o que realmente o B. F. Skinner fala. Recomendo o livro Sobre o Behaviorismo do próprio Skinner, com certeza irá ajudar. Abraço.
Nome não registrado - Postado em 02/08/2010 17:08:49
Fico impressionado com a quantidade de erros realcionados a Skinner. Os mais graves são os de confundir Behaviorismo Radica (Skinner) com Behaviorismo Metodológico (Watson) e a partir disso escrever sandices como a de que Skinner não leva em consideração sentimentos, emoções, pensamentos e etc. A isso ele deu o nome de "eventos privados" pois só estão acessíveis ao próprio sujeito a não ser quando o sujeito se comporta (fala por exemplo). Existem vários outros erros no texto o que é inadmissível em uma revista chamada Nova Escola.
Nilo de Andrade do Amaral - Postado em 17/05/2010 16:02:13
Conceitos e categorias centrais para outras correntes teóricas, como consciência, vontade, inteligência, emoção e memória ¿ os estados mentais ou subjetivos foram descartados equanto causas do comportamento. Nas palavras de Todorov e Moreira, "Há uma diferença dramática entre dizer que uma emoção não é causa de outro comportamento e dizer que o indivíduo não tem emoções (ou pensamentos, ou lembranças, etc.)." (Todorov & Moreira,2009 p. 405)