Beatriz Santomauro. Com reportagem de Rita Trevisan

Existem duas maneiras: a datação relativa, usada pelos pesquisadores desde o século 17, por comparação com outros fósseis; e a datação absoluta, feita desde o início do século 20, com a análise de elementos químicos radiativos encontrados nos organismos estudados. Com essa técnica, são identificados o tempo que provocou tal concentração e a quantidade atual de dois elementos.
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O resultado é a idade do fóssil. Já para descobrir quantos anos o organismo tinha antes de ser soterrado ou qual a fase de vida em que se encontrava, como infância ou velhice, há técnicas variadas. Com os vertebrados, a análise é feita em pedaços de ossos e dentes. Em árvores petrificadas, são contados os anéis de crescimento do tronco.
Consultoria Átila Augusto Stock da-Rosa, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
Pergunta enviada por Heliana Dias Oliveira, Núcleo Bandeirante, DF
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