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Aprender a explorar e interpretar mapas

No quinto episódio da série NOVA ESCOLA NA SUA ESCOLA, Sueli Furlan, professora de Geografia da Universidade de São Paulo, propõe uma sequência didática para ajudar os alunos a interpretar as informações contidas em diferentes mapas e relacionar esses dados. Para isso, Sueli apresentou aos alunos mapas com temas distintos sobre a presença dos povos indígenas no território brasileiro.

Fazer a turma ler e compreender mapas, relacionando-os entre si, era o desafio dos professores José Jarbas Alves Feitosa, titular da turma da 8ª série da EMEF Vianna Moog, em São Paulo, e Maicon Ferreira, seu substituto. Para ajudá-los, Sueli, ex-professora de ambos, planejou e propôs uma atividade com a classe.

Os alunos se dividiram em quintetos e, depois de observarem diversos mapas, tiveram de analisar três representações distintas: terras indígenas atuais, seus troncos linguísticos e o povoamento no Brasil a partir do século 16.

Os docentes e o coordenador pedagógico Bruno Gonçalves Lippi receberam uma comanda de observação para avaliarem a atividade depois da aula.

Ela propôs que a turma comparasse os mapas observados. Os grupos teriam de apresentar suas conclusões e descrever seus procedimentos – o que explicita as ideias de cada um. Um aluno com deficiência intelectual se juntou a colegas com quem está acostumado a trabalhar e foi apoiado pelos professores.

Sueli percorreu os grupos, ajudando-os a ler as legendas dos mapas. Eles tiveram dificuldades com alguns termos, mas alguns questionamentos e explicações ajudaram.

Depois, os grupos se apresentaram. Enquanto isso, Sueli anotava as principais ideias na lousa. Então, finalizou a atividade repassando as conclusões de todos.

Encerrada a aula, Sueli questionou os professores e o coordenador (à direita) sobre as comandas de observação propostas no início da atividade. Eles tinham de avaliar, por exemplo, as adaptações realizadas, a participação da turma e os procedimentos de leitura adotados pela garotada.

Todos concordaram que a classe tem dificuldades para entender os símbolos, não compreende as legendas e por isso não consegue fazer comparações entre os mapas. O grupo concluiu que a atividade pode ser usada para trabalhar outros conteúdos.

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