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4. Quando ensinar

4.1 Procedimentos para calcular

Quanto mais cedo iniciar o trabalho com os procedimentos próprios das crianças, melhor será a compreensão as operações em jogo 

A reflexão sobre as estratégias de cálculo deve aparecer nas aulas logo no início do 1º ano, com sequências didáticas e planos de aula de complexidade crescente. As crianças menores vão lançar mão de desenhos, riscos e outros esquemas para realizar cálculos com apoio nas contagens. Nessa fase, vale aproveitar os materiais de contagem, como coleções de tampinhas. Mas, com o tempo (e um bom planejamento de trabalho), os alunos descobrem novas estratégias para realizar as operações, conseguem calcular sem o suporte material e conquistam cada vez mais autonomia para decidir as melhores formas de resolver problemas.

Da contagem numérica ao cálculo mental ou algorítmico, existe um caminho favorecido pela construção de um repertório memorizado de cálculos básicos de adição e subtração. Mas isso não significa, de forma alguma, que o ensino dos procedimentos de cálculo deva ser realizado somente após a construção de um repertório. No artigo Cálculo mental na escola primária, a pesquisadora argentina Cecilia Parra sugere uma organização de ensino que vincule o cálculo pensado com o cálculo autônomo: "um trabalho de memorização de repertórios e regras, à medida que é construído, e um trabalho coletivo, lento e detalhado, de aprendizagem do cálculo mental pensado, que se apoia na comparação de diversos procedimentos utilizados por diferentes alunos para tratar o mesmo problema". 

Primeiro cálculo mental, depois algorítmico 

É muito comum nas escolas que se comece o trabalho sobre adição e subtração com o ensino do cálculo algorítmico. Mas essa é uma prática que pode levar a criança a usar a regra sem entender o que está por trás do procedimento. "O algoritmo deve ser introduzido somente quando os alunos já tiverem tido oportunidade de resolver problemas recorrendo a procedimentos variados," aponta Ivonildes Milan, formadora de professores do Ensino Fundamental e autora de livros didáticos. 

Calculadora 

Na elaboração das atividades, recursos como a calculadora também devem ser considerados. Ela pode ser usada tanto como um instrumento mecânico para a verificação de resultados dentro de uma sequência didática, como um procedimento para a investigação das relações entre os números. O aluno que está acostumado com a ferramenta é capaz de decidir em quais momentos é mais adequado usá-la. 

O que ensinar

3.1 Procedimentos de cálculo

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Gilberto Gil Silva Ribeiro - Postado em 02/09/2012 14:05:19

Olá amigos, precisamos compreender que nem a subtração e nem a divisão podem ser consideradas operações. Na verdade, temos apenas duas operações, a saber: adição e multiplicação. Qual a justificativa? A exisitência das propriedades de associabilidade e comutatibilidade, por exemplo. Portanto, não esqueçamos de considerar esses fatos e evitemos chamar de quatro operações. Um abraço!

Giscleide caline freitas clementino - Postado em 28/08/2012 21:26:34

Achei muito bom esse material.Tenhe me ajudado muito com a minha turma de 1º ano.Eles usam varias estrategias na resolução dos problemas.com novas informações o educador pode fazer as intervenções para a turma avançar.E sempre bom contar com a nova escola nessa missão de educar.Obrigada!

Rossandra Botelho dos Santos - Postado em 19/08/2012 19:08:01

Gostei muito desse material e estou aqui estudando o assunto para ajudar minha filha, que está no 3º ano e está com dificuldades na interpretação dos problemas. E achei muito interessante a teoria de Vernaug (que não conhecia) a respeito do campo aditivo. Vou a partir de agora estar mais atenta às informações que os problemas trazem para ajudá-la a resolver e que ela possa ter êxito ao final do ano, como rege os PCN's. Obrigada NOVA ESCOLA!

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