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3. O que ensinar

3.1.4 Uso da calculadora

A ferramenta permite que os alunos explorem as relações matemáticas 

Crianças usam calculadora. Foto: Kriz Knack
Com a calculadora, as crianças podem investigar relações matemáticas e verificar resultados
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) orientam que cabe ao educador a tarefa de iniciar o aluno na utilização de novas tecnologias e a calculadora está incluída nessa lista de ferramentas eletrônicas.

Uma razão para incluir esse recurso barato para trabalhar adições e subtrações é social: a escola não pode se distanciar da realidade do aluno e a calculadora está presente em lojas, supermercados e até em casa. Outra razão é pedagógica: a incorporação do instrumento pela escola permite outros tipos de exploração das relações matemáticas entre os números e reflexões eficientes sobre grandezas numéricas. 

Uma possibilidade de uso da calculadora é quando se propõem problemas com números muito grandes. Enquanto a maquininha eletrônica faz o "serviço braçal", os alunos podem se dedicar a descobrir novos caminhos dentro da Matemática. Estimar mentalmente os resultados antes de usar a calculadora é também uma das estratégias possíveis de trabalho, assim como usá-la como uma ferramenta de controle e verificação de resultados com técnicas de papel e lápis - o que permite aos alunos a autonomia na correção. 

É importante que os estudantes aprendam a dominar diferentes estratégias de cálculo, conhecer os limites de cada recurso e, por fim, decidir em quais situações o uso da calculadora é mais adequado. 

Expectativas de aprendizagem 

Os Parâmetros Curriculares Nacionais estabelecem que ao final do 3º ano os alunos devem: 

• Refletir sobre a grandeza numérica, utilizando a calculadora como estratégia de verificação de resultados. 

• Cálculos de adição e subtração, por meio de estratégias pessoais e algumas técnicas convencionais. 

• Utilização de estimativas para avaliar a adequação de um resultado e uso de calculadora para desenvolvimento de estratégias de verificação e controle de cálculos. 

As Orientações Curriculares do Município de São Paulo trazem as propostas para o uso da calculadora com turmas de 3º ano: 

• Analisar e validar (ou não) resultados obtidos por estratégias pessoais de cálculo de adição, utilizando a calculadora. 

• Analisar e validar (ou não) resultados obtidos por estratégias pessoais de cálculo de subtração, utilizando a calculadora. 

Quando ensinar 

Quando trabalhar procedimentos de cálculos

 

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Gilberto Gil Silva Ribeiro - Postado em 02/09/2012 14:05:19

Olá amigos, precisamos compreender que nem a subtração e nem a divisão podem ser consideradas operações. Na verdade, temos apenas duas operações, a saber: adição e multiplicação. Qual a justificativa? A exisitência das propriedades de associabilidade e comutatibilidade, por exemplo. Portanto, não esqueçamos de considerar esses fatos e evitemos chamar de quatro operações. Um abraço!

Giscleide caline freitas clementino - Postado em 28/08/2012 21:26:34

Achei muito bom esse material.Tenhe me ajudado muito com a minha turma de 1º ano.Eles usam varias estrategias na resolução dos problemas.com novas informações o educador pode fazer as intervenções para a turma avançar.E sempre bom contar com a nova escola nessa missão de educar.Obrigada!

Rossandra Botelho dos Santos - Postado em 19/08/2012 19:08:01

Gostei muito desse material e estou aqui estudando o assunto para ajudar minha filha, que está no 3º ano e está com dificuldades na interpretação dos problemas. E achei muito interessante a teoria de Vernaug (que não conhecia) a respeito do campo aditivo. Vou a partir de agora estar mais atenta às informações que os problemas trazem para ajudá-la a resolver e que ela possa ter êxito ao final do ano, como rege os PCN's. Obrigada NOVA ESCOLA!

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