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3. O que ensinar

3.1. Procedimentos de cálculo
3.1.1 Contagem

A contagem é um dos primeiros recursos que a criança usa para adicionar e subtrair valores
 

Criança realiza contagem na lousa. Foto: Suzete Sandin
Com o tempo, as crianças percebem que existem maneiras mais econômicas para adicionar ou subtrair
Durante as séries iniciais, a contagem é um método recorrente entre as crianças quando são desafiadas a resolver questões de adição e subtração. Materializar quantidades com objetos concretos, contar nos dedos e se apoiar na sequência numérica oral são estratégias válidas nessa fase. E entre as contagens, existem evoluções. Primeiro contam de um em um, depois, realizam sobrecontagens de dois em dois, cinco em cinco, dez em dez - o que pode indicar apropriações das regularidades do sistema de numeração decimal. 

A contagem como recurso para estabelecer relações entre valores sempre foi usada pela humanidade, com pedras, desenhos no chão etc. Mas, com o tempo, foi substituída por outros procedimentos e ferramentas, já que o contar é limitado a quantidades representáveis e dá muitas margens ao erro. Da mesma forma acontece com as crianças. Quanto mais se apropriam das regularidades do sistema de numeração e compreendem o que significam as operações, mais são capazes de escolher maneiras eficientes de resolver problemas. "Quando a criança constrói a estrutura mental do número e assimila as palavras a essa estrutura, a contagem torna-se um instrumento confiável. No entanto, a partir dos 7 anos de idade, a correspondência um a um, a cópia da configuração espacial, ou mesmo estimativas imperfeitas representam para a criança procedimentos mais viáveis", explica Constance Kamii, em seu livro A Criança e o Número

O seu trabalho é propor situações diversificadas (para os problemas de adição e subtração o "tamanho" dos números é uma variável decisiva), discussões em que possam argumentar sobre seus métodos, jogos, entre outras atividades que favoreçam essa mudança de estratégias pessoais. É necessário assegurar que elas consigam fazer essa passagem da representação figurativa (desenhos, contagens dos dedos) para a matemática (cálculo mental e, posteriormente, algorítmico). 

Expectativas de aprendizagem 

Os Parâmetros Curriculares Nacionais estabelecem que ao final do 3º ano os alunos devem: 

• Utilização de diferentes estratégias para quantificar elementos de uma coleção: contagem, pareamento, estimativa e correspondência de agrupamentos. 

• Contagem em escalas ascendentes e descendentes de um em um, de dois em dois, de cinco em cinco, de dez em dez, etc., a partir de qualquer número dado. 

Quando ensinar 

Quando trabalhar procedimentos de cálculos

 

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Gilberto Gil Silva Ribeiro - Postado em 02/09/2012 14:05:19

Olá amigos, precisamos compreender que nem a subtração e nem a divisão podem ser consideradas operações. Na verdade, temos apenas duas operações, a saber: adição e multiplicação. Qual a justificativa? A exisitência das propriedades de associabilidade e comutatibilidade, por exemplo. Portanto, não esqueçamos de considerar esses fatos e evitemos chamar de quatro operações. Um abraço!

Giscleide caline freitas clementino - Postado em 28/08/2012 21:26:34

Achei muito bom esse material.Tenhe me ajudado muito com a minha turma de 1º ano.Eles usam varias estrategias na resolução dos problemas.com novas informações o educador pode fazer as intervenções para a turma avançar.E sempre bom contar com a nova escola nessa missão de educar.Obrigada!

Rossandra Botelho dos Santos - Postado em 19/08/2012 19:08:01

Gostei muito desse material e estou aqui estudando o assunto para ajudar minha filha, que está no 3º ano e está com dificuldades na interpretação dos problemas. E achei muito interessante a teoria de Vernaug (que não conhecia) a respeito do campo aditivo. Vou a partir de agora estar mais atenta às informações que os problemas trazem para ajudá-la a resolver e que ela possa ter êxito ao final do ano, como rege os PCN's. Obrigada NOVA ESCOLA!

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