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Brincadeiras de correr

Rita Trevisan

Como funciona
Uma ou mais crianças são eleitas como pegadores (que podem receber os nomes de polícia, gato, mãe da rua). As demais, chamadas de ladrões e ratos, por exemplo, têm de fugir deles. Quem for apanhado assume a posição de pegador. Em algumas variações, há um pique, local designado pelo grupo como neutro, onde se fica a salvo. Para ajudar os fugitivos, é possível combinar ainda formas de salvamento, como passar por baixo das pernas do colega para imunizá-lo. Existem diversas modalidades: pique-altinho, rio vermelho, pega-pega, esconde-esconde e pega-chiclete, entre outras.

Origem
Esse tipo de diversão existe desde a Antiguidade. O que muda, com o passar do tempo e nas diferentes culturas, é a personalização dos participantes. Os carajás, por exemplo, brincavam de lobos e carneiros.

Por que propor
Para as crianças desenvolverem formas diversas tanto para a fuga como para a captura.

Como enriquecer o brincar
■ Pergunte aos pequenos, no fim da brincadeira, como eles fizeram para se safar do pegador e para pegar os colegas, socializando as estratégias.
■ Explore brincadeiras desse tipo para as crianças conhecerem várias regras.
■ Participe como pegador para os menores compreenderem a dinâmica.


O erro mais comum
Comparar e julgar o desempenho das crianças. Isso desestimula a participação delas e faz com que brinquem pensando somente no resultado final. 



Ilustração Rogério Fernandes sobre fotografia de Omar Paixão / Assistente Márcia Schiesari / Produção Mario Mantovanni / Assistente Gabriel Fernandes / Cabelo e Maquiagem Renato Rodriguez

 

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Publicado em Hora de Brincar, Setembro 2010. Título original: Vou te pegar!
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