Loading
NAS BANCAS
assine
capa capa
publicidade
anuncie!

O lugar da luta nas aulas de Educação Física

Ela é um conteúdo importante e agrega elementos como equilíbrio, força e agilidade, que podem ser ensinados aos alunos

Beatriz Santomauro

Página de > >|
=== PARTE 1 ====
Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10

Abrir espaço no planejamento para ensinar como atingir, desequilibrar e derrubar um adversário pode parecer um contrassenso em tempos de tanta violência gratuita. Mas não é se você souber diferenciar as lutas (que são modalidades esportivas) das brigas (essas, sim, manifestações de agressividade desorganizadas). Tal como os esportes, os jogos e as ginásticas, elas são temas importantes do ensino de Educação Física.

Com características próprias - atividades que fazem parte da história e cultura de diversos povos, têm regras e movimentos específicos -, elas podem ser praticadas por todos os alunos, independentemente da força, da altura, do sexo e da aptidão física de cada um.

Para trabalhar com esse assunto, o professor não precisa ser um atleta que saiba lutar judô, por exemplo. O essencial é estudar o assunto - tal como se faz com outros, como futebol e alongamento - e se dedicar para que as informações apresentadas sejam compreendidas pela turma com clareza. Outro ponto importante que o docente precisa ter claro é que o objetivo não pode ser transformar os alunos em lutadores profissionais (como ocorre no caso da prática de esporte de alto rendimento). A ideia é fazer com que eles conheçam as características comuns às lutas, as técnicas, o histórico, as vestimentas e os países em que as lutas são praticadas (e também vivenciem movimentos básicos de cada modalidade).

Foi exatamente isso o que fez Joice Nozaki, quando lecionava para a 5ª e a 7ª série da EMEF Professor Mario Marques de Oliveira, na capital paulista. Ela criou um projeto sobre lutas, vencedor do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10 no ano passado, visando aumentar o repertório cultural dos estudantes, ampliar e complexificar as experiências motoras deles e mostrar para a moçada que brigar é, definitivamente, outra coisa (leia mais sobre o projeto na última página).

=== PARTE 2 ====
=== PARTE 3 ====
=== PARTE 4 ====

Continue lendo a reportagem

Página de > >|

JORGE RENATO MATIAS DA SILVA - Postado em 04/10/2011 16:44:32

Quero destacar a contribuição que a reportagem deu na Elaboração do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no qual eu produzo um artigo que trata da problemática da não abordagem do conteúdo de Lutas não serem abordados nas aulas de Educação Física Escolar e como os Profissionais em Formação se sentem diante do desafio da aplicação de tal temática em suas futuras Práticas Pedagógicas.

NÁDIA RAQUEL DUTRA DE MORAIS - Postado em 23/02/2011 11:30:38

Quero destacar a diferença entre brigas e lutas explorado pela professora. Inspirada pela reportagem, em levei os alunos para o laboratório de informática e realizei uma atividade em que deveriam pesquisar imagens de brigas e lutas e registrar as diferenças encontradas no editor de texto. Fazendo o trabalho em grupos, foi possível gerar uma discussão muito válida que transformou os conceitos dos alunos com relação ao tema.

Caroline Luise da Silva - Postado em 22/02/2011 16:27:30

Muito bom o trabalho desta Profissional e com certeza é um estímulo para quem não domina as lutas, podendo passar o conhecimento de outra forma para os alunos. Parabéns!



Leia todos
Publicado em NOVA ESCOLAEdição 239, Janeiro/Fevereiro 2011, com o título O lugar que a luta deve ter na escola

PATROCÍNIO Patrocinadores Editora Scipione Editora Ática Edições SM Editora Positivo
Expediente Termos de uso Assinaturas para secretarias de Educação Anuncie Fale conosco Trabalhe conosco Dúvidas frequentes
Fundação Victor Civita - 25 anos
Fundação Victor Civita © 2012 - Todos os direitos reservados.