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Como trabalhar com filmes de ficção científica em sala de aula

Mais do que só apontar equívocos, o trabalho com filmes de ficção científica possibilita ilustrar conceitos e discutir os limites da Física, Química e Biologia

Camila Monroe

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=== PARTE 1 ====

Da clonagem à inteligência artificial, da exploração espacial ao risco de epidemias mortais, filmes de ficção científica retratam diversos temas de aula das séries finais do Ensino Fundamental. A presença dessas produções nas salas de aula não é uma novidade: a abordagem tradicional consiste em discutir, à luz da teoria, os erros conceituais de diretores e roteiristas. É uma alternativa válida, mas há outros caminhos igualmente interessantes. Em sua tese de doutorado Contatos: A Ficção Científica no Ensino de Ciências em um Contexto Sociocultural, o professor Luís Paulo Piassi, da Universidade de São Paulo (USP Campus Leste), afirma que os filmes podem também ajudar a demonstrar conceitos da disciplina e discutir os limites da Ciência.

Segundo o pesquisador, avaliar as características dos longas é essencial para decidir a melhor possibilidade de trabalho. Um bom critério é classificá-los de acordo com o nível de realismo, como na categorização proposta nesta reportagem (leia o quadro à direita). Qualquer que seja o tipo escolhido, é mais produtivo optar por trechos de poucos minutos, em vez de gastar duas horas passando a película na íntegra. Afinal, mais que entreter, o recurso deve sempre auxiliar a discussão de algum conteúdo.

=== PARTE 2 ====

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Publicado em NOVA ESCOLAEdição 239, Janeiro/Fevereiro 2011, com o título Ficção além do erro
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