Conheça softwares de educação inclusiva

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Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram softwares educacionais que prometem auxiliar na educação de jovens e adultos com deficiência intelectual. Apesar dos programas ainda estarem em configuração primária, podem ser extremamente úteis aos educadores que encontram dificuldades no seu dia-a-dia.

Ao todo são três softwares educacionais lançados pelo Projeto Participar. Aproximar é voltado para o ensino de gestos sociais para autistas, Participar para a alfabetização e Somar para o uso social da Matemática, como o uso de calculadora, de células monetárias e leitura de relógio digital.

As ferramentas foram pensadas e desenvolvidas por alunos e um professor do Departamento de Ciência da Computação da UnB, com uma consultoria pedagógica, visando atender às necessidades reais dos alunos.

Apesar de contar com recursos visuais e sonoros, os três programas foram pensados para ser executados em computadores mais antigos, como é o caso de computadores de muitas escolas no Brasil. Contendo indicações ao professor, seu objetivo é servir de apoio aos professores que trabalham com autistas e deficientes intelectuais.

Confira mais sobre o funcionamento e ideia do software de alfabetização:

A ferramenta já é utilizada em 650 escolas públicas do Distrito Federal, ou seja, já vem sendo testada em casos reais.

A importância do aprendizado dessas habilidades apresentadas nos softwares produzidos pelo grupo Participar é que são fundamentais para a autonomia e inserção social desse público. É daí que surge o nome do projeto: visando a maior participação dos deficientes intelectuais na vida social.

Os programas estão disponíveis para download gratuito no site do Projeto Participar.


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Formação Online: cursos gratuitos nas melhores universidades do mundo

| Dica de site, Manuais

Shutterstock

A tecnologia não é só games e navegação na web, certo? Ela pode ser também uma valiosa ferramenta de aprendizagem para você, professor. Afinal, o mundo digital permite descobrir oportunidades de aprendizagem que não eram acessíveis há 20 anos. Hoje, o acervo de instituições de ensino no mundo todo começa a ser disponibilizado pela web (e a maioria de forma gratuita). Essas iniciativas investem nos chamados MOOCs (Massive Open Online Courses ou Cursos Online Gratuitos e Massivos) e indicam novos caminhos para a Educação em diversos segmentos.

Um exemplo é o portal E-aulas, da Universidade de São Paulo (USP), que reúne cursos on-line em diversas áreas do conhecimento, totalizando mais de 949 horas de aulas. A página da graduação em Pedagogia, por exemplo, tem material para quem quer se manter atualizado sobre temas como a Inclusão, com aulas do curso de Ensino de Ciências na Perspectiva da Educação Inclusiva. Também há opções de aulas em disciplinas como a Geografia, além de outras da área de Exatas e Biológicas.

A Coursera é outra plataforma virtual que oferece cursos on-line gratuitos. O site reúne aulas de universidades de ponta no mundo todo, como Princeton e Stanford, nos Estados Unidos. A maioria das aulas está em inglês, mas graças a uma parceria com a Fundação Lemann, o portal está lançando aulas traduzidas para português. A ideia é traduzir 12 cursos até o fim do ano. Vale ficar de olho na programação do site, que exige um cadastro para começar a fazer as aulas.


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Sites e aplicativos para acompanhar as eleições e votar melhor

Jacqueline Hamine

No post passado, apresentamos alguns aplicativos e sites úteis para acompanhar as eleições 2014. De lá para cá, surgiram mais iniciativas com o mesmo objetivo: promover o debate político, aproximar a população do processo eleitoral e fornecer informações para que os eleitores conheçam melhor os candidatos, suas propostas e votem de maneira mais consciente. A democracia só tem a ganhar com essa inundação de ideias!

Confira mais sites e aplicativos que podem ser usados para discutir esses temas com seus alunos:

1) Truco

Truco/ Agência Pública

O horário eleitoral gratuito é uma das oportunidades para conhecer as propostas dos candidatos, mas quão confiáveis são as informações veiculadas nele? Será que os candidatos dizem a verdade ou mostram só uma parte da história?

Pensando em ajudar os eleitores a descobrirem essas respostas, o site Truco, da Agência Pública, de reportagem e jornalismo investigativo, analisa semanalmente os programas dos candidatos à Presidência da República. A equipe de jornalistas classifica as principais informações como corretas, exageradas, falsas ou descontextualizadas e ainda podem “pedir truco” para o candidato, isto é, um pedido público para que ele esclareça promessas consideradas “grandiosas”.

O site também tem uma tabela com o registro de todas as promessas feitas pelos candidatos durante os programas eleitorais. É o Rodada de Promessas.

2) Newsletter Incancelável

Newsletter Incancelável

A decisão de votar não acaba na urna: ela traz consequências importantes nos próximos quatro anos! A ferramenta NewsMonitor quer promover essa reflexão por meio do site Newsletter Incancelável. Nela, você registra em quais candidatos vai votar e, durante 4 anos, receberá mensagens mensais com notícias do candidato. O boletim de informações, como você pode imaginar, é incancelável – assim como seu voto.

3) Projeto Brasil

Projeto Brasil

O Projeto Brasil visa informar, aproximar e engajar os cidadãos brasileiros na vida política. Ele foi desenvolvido por uma startup que, segundo os próprios criadores, “sonha e busca tornar a política brasileira mais transparente, competente e democrática por meio de tecnologia”.

Na plataforma, os eleitores podem comparar e avaliar as propostas de diferentes presidenciáveis. Serão enviados relatórios com essas informações para que os candidatos possam ajustar suas propostas de acordo com a opinião popular.

Além disso, existe a funcionalidade do Teste Cego. Nele, você atribui notas para propostas dos presidenciáveis sem saber de quem são e o sistema identifica quais candidatos e planos de governos representam melhor as suas convicções políticas.

Durante o governo dos eleitos, a plataforma acompanhará o cumprimento das propostas feitas e funcionará como um canal de comunicação, em que que o eleitor conseguirá propor e opinar sobre o que está sendo feito. Para usufruir das funcionalidades, é preciso fazer um cadastro na plataforma.

4) Repolítica

Repolítica

O Repolítica é uma enciclopédia colaborativa sobre políticos brasileiros. Cada político possui uma ficha com dados pessoais, histórico, opiniões e propostas.

É possível também navegar por temas e comparar a opinião de diferentes políticos sobre questões como meritocracia para professores, legalização do aborto, pena de morte, legalização da maconha etc.

Outra funcionalidade é teste do candidato. A partir de um questionário com 18 questões, o sistema classifica os candidatos com convições políticas mais parecidas com as suas.

Qualquer pessoa pode consultar as informações da enciclopédia, mas para alterar as páginas, é preciso preencher um cadastro.

5) Você Fiscal

Você Fiscal

O aplicativo Você Fiscal convocará os próprios eleitores para ajudar em uma apuração eleitoral paralela. O projeto do professor Diego Aranha, do Instituto de Computação da UNICAMP e especialista em Segurança Digital e Votação Eletrônica, surgiu da desconfiança em relação à segurança da votação eletrônica, quando ele participou de testes promovidos pelo próprio TSE.

A ideia é que os eleitores utilizem o aplicativo para tirar e enviar fotos do chamado Boletim de Urna, uma espécie de recibo que mostra todos os votos registrados em cada urna, que é disponibilizado no final da votação em cada seção eleitoral. Com essa informação, os computadores do Você Fiscal calculam por amostragem um resultado independente, que pode ser comparado com o resultado oficial divulgado pelo TSE par investigar possíveis erros ou fraudes.

Com o apoio de 1148 pessoas na plataforma de crowdsourcing Catarse (uma espécie de vaquinha virtual para tirar projetos do papel), o projeto arrecadou mais que o dobro do valor necessário para viabilizar o projeto, que deve ficar pronto em meados de setembro.

6) Eleição Transparente

Eleição Transparente

Durante as eleições, aumentam os casos em que as campanhas de candidatos entram na justiça contra empresas de mídia para pedir a remoção de conteúdos considerados negativos à imagem dos políticos. O portal Eleição Transparente monitora e divulga as ordens judiciais contra veiculação de informações durante as eleições 2014. O eleitor pode filtrar os processos por estado, partido, cargo, candidato e empresa. O projeto foi feito pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) com apoio do Google.

7) Quem financia

Quem Financia

Quais empresas ou pessoas doaram recursos para as campanhas dos candidatos? O Quem Financia é um plug-in do navegador Chrome que visa responder a essa pergunta. Uma vez instalado, ele identifica nomes dos candidatos que aparecem na página – uma notícia, por exemplo –  e, quando o usuário passa o mouse por cima desse nome, aparece um pop-up com as informações do financiamento de campanha e também dos bens desse candidato. Para instalá-lo em seu navegador, acesse aqui.


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10 contas do instagram para seguir

| Celular, Computador, Dica de aplicativo, Tablet

Jacqueline Hamine

O instagram é uma rede social gratuita que permite aos usuários tirar e compartilhar fotos e vídeos curtos (de até 15 segundos) com seus amigos. Ele também permite enviar essas postagens para outras redes, como Facebook, Twitter e Tumblr.

O aplicativo para smartphone tem diversos filtros que podem ser aplicados nas imagens antes de publicá-las, e também tem alguns recursos básicos de edição de imagem que ajudam a melhorar as fotos tiradas com o celular, como aumentar ou diminuir o brilho, melhorar o contraste, ajustar a saturação, diminuir a sombra, melhorar o foco e outros.

No instagram você pode acompanhar as publicações dos perfis e também pode ser seguido, para que as pessoas vejam as fotos que você publicar. Para isso, você precisa fazer uma conta – embora alguns perfis sejam abertos para que qualquer um possa ver as fotos publicadas.

Para criar sua conta, baixe o aplicativo que esta disponível para iOs, Android e Windows Phone execute-o e escolha a entre se cadastrar via Facebook ou e-mail.

Tela inicial e perfil de Nova Escola

Listamos abaixo alguns perfis interessantes que você pode seguir ou ver sem ter uma conta:

Mosaico com captura de tela de alguns perfis

MAM – http://instagram.com/mamoficial
No instagram do Museu de Arte Moderna de São Paulo, você pode acompanhar fotos de exposições que estão acontecendo e que já passaram por lá.

Natgeo Brasil – http://instagram.com/natgeobrasil
Fotos da natureza selvagem do mundo todo para inspirar o seu dia.

Discovery – http://instagram.com/discoverybrasil
Imagens dos programas do canal Discovery, sobre ciência, comportamento, natureza e outras curiosidades.

Planeta Sustentável – http://instagram.com/planetasustentavel
Dicas e notícias sobre a nossa relação com o meio ambiente

Nasa – http://instagram.com/nasa
A NASA é a Agência Espacial dos Estados Unidos é responsável por grande parte dos programas de exploração espacial. Descubra imagens de vários ângulos do universo e de nosso planeta.

SOS Mata Atlântica – http://instagram.com/sosmataatlantica
FIque por dentro dos projetos e estudos promovidos pela ONG que promove a conservação da diversidade biológica e cultural da Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência.

Museu de Arte do Rio – http://instagram.com/museudeartedorio
Novidades sobre exposições e mostras que são apresentadas no Museu.

Brooklyn Museum – http://instagram.com/brooklynmuseum
Veja algumas obras e exposições do mundo todo em um dos maiores museus dos Estados Unidos.

MoMA The Museum of Modern Art – http://instagram.com/themuseumofmodernart/
MoMA é como ficou conhecido o Museu de Arte Moderna, um dos mais famosos da cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos. Conheça obras do acervo, exposições e os bastidores do museu.

Musée du Louvre – http://instagram.com/museelouvre
Museu do Louvre: conheça obras de Rembrandt, Michelangelo, Goya e outros grandes artistas em um dos maiores e mais famosos museus do mundo.

A Nova Escola também entrou na onda fez uma conta no instagram! Para acompanhar os bastidores do nosso trabalho, siga-nos em: http://instagram.com/novaescola


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De olho no voto (e na tela)

| blog, Dica de aplicativo, Dica de site

Simulador de votação eletrônica no site do TSE

A internet é uma grande parceira da democracia. Com ela, passamos a ter acesso a informações e a pessoas que antes eram muito distantes e um dos melhores momentos para experimentar essas possibilidades é as eleições. O horário eleitoral já começou e outubro está chegando, então confira abaixo algumas sugestões de sites e aplicativos para tornar o seu voto ainda mais consciente.

Informações oficiais

O primeiro passo para votar bem é conhecer todos os candidatos e a lista completa pode ser encontrada no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Lá, também há um simulador de votação com a urna eletrônica e candidatos fictícios. É uma boa oportunidade para experimentar o momento do voto. Ideal, por exemplo, para os alunos adolescentes que estão prestes a fazer isso pela primeira vez.

De olho nos resultados

Você pode ter acesso aos dados completos das pesquisas eleitorais nos sites de institutos como Datafolha e Ibope. Neles, pode-se acompanhar os levantamentos mais recentes e entender detalhes como o empate técnico.

Ajuda aos indecisos

Novidade nessa eleição, o Voto x Veto é comparado ao aplicativo de paquera Tinder. Aqui, no entanto, você não avalia a aparência e sim as propostas dos candidatos. Pode, até, fazer uma análise cega, ler os pontos principais do plano de governo e só depois ver de quem são as ideias que você escolher. Assim, faz uma escolha mais imparcial. Se você prefere fazer as consultas no computador em vez do celular, pode encontrar algumas funções semelhantes no site Vote na web. As propostas dos candidatos são ranqueadas de acordo com a votação dos internautas. Você pode dar sua opinião e conferir a dos demais.

E você, conhece outras páginas interessantes para acompanhar ativamente o processo eleitoral? Conte para a gente nos comentários abaixo.


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Quatro aplicativos para registrar suas aulas

Registrar as aulas é uma boa ferramenta para rever sua prática, compartilhar experiências, e manter um arquivo de suas atividades. Esse é o tema de capa da revista NOVA ESCOLA desse mês, mas não para por aí! Separamos 4 dicas de sites e aplicativos que podem te ajudar a organizar seus registros!

Evernote

Você pode encontrar no post “Chega de papelada! Conheça um aplicativo para ajudar você a se organizar” todas as informações sobre essa ferramenta, uma das mais famosas no ramo do arquivo digital. Além de reunir diversos tipos de materiais, como textos, links, imagens, gravações de áudio, ele ainda separa os temas por tags. Assim, você tem a opção tanto de buscar por uma aula específica quanto por registros sobre o mesmo assunto, permitindo compará-los e manter um arquivo. O sistema tem outra ferramenta interessante: ele reconhece palavras em imagens. Você pode tirar uma foto da lousa e salvar no programa. Quando precisar dela, ele vai reconhecê-la pela busca de palavras que estão dentro da imagem. É mágico!

Disponível em português? Sim.

Há possibilidade de compartilhamento? Só na versão business.

Quanto custa? Gratuito para versão básica. A versão premium custa R$ 10,00 por mês, permitindo também o uso offline; e a business, R$ 20,00 por mês, possibilitando também o compartilhamento dos registros com outro usuário business.

É compatível com que tipos de softwares? iPhone, Android e Smartphones com o sistema operacional da Microsoft, o WP7

Google Keep

O Google Keep, como outros aplicativos da Google, é bem fácil de usar e você pode entrar com sua conta do Google (Gmail, Youtube etc). Logo na página inicial, ficam disponíveis as anotações, os arquivos e as checklists que você criou. Ele disponibiliza também a função de lembretes, com avisos automáticos. Se você não precisar usar mais alguma nota da mesa, é só jogá-la para o arquivo. Caso você tenha um smartphone com o sistema Android, o programa sincroniza os arquivos que você fez pelo aplicativo móvel com a versão desktop (acessada pelo seu navegador). Apesar de ser interessante por ser muito intuitivo de usar e por ter a novidade da ferramenta de reconhecimento de palavras em imagens, ele não tem todas as ferramentas do Evernote, como o registro de áudios, por exemplo.

Disponível em português? Não, somente a página de “ajuda” é em português, mas é bem intuitivo.

Há possibilidade de compartilhamento? Não.

Quanto custa? Gratuito.

É compatível com que tipos de softwares? Windows, iOS, iPhone, Android e Smartphones  com o sistema operacional da Microsoft, o WP7.

Padlet

O Padlet é bem parecido com o Google Keep, mas tem ferramentas extras. Ele dá a  possibilidade de criar murais com suas anotações, o que pode ser bastante útil para levar em reuniões de avaliação e planejamento. As peças colocadas no mural são móveis e fáceis de criar, é só arrastar. Ele é fácil também para compartilhar com outros professores, pelo Facebook, Twitter, e-mail ou outras redes sociais e plataformas. Além disso, ele funciona como o Google Drive, em que várias pessoas podem editar o conteúdo ao mesmo tempo, basta entrar no item “privacidade” e compartilhar com os amigos que quiser. Outra ferramenta interessante é que o Padlet permite que seus murais sejam incorporados e compartilhados em páginas de outros sites e blogs. Você vai poder manter seu blog, com um toque a mais.

Disponível em português? Sim.

Há possibilidade de compartilhamento? Sim.

Quanto custa? Gratuito.

É compatível com que tipos de softwares? É um dos mais adaptáveis. O site do aplicativo explica, brincando: “Seu telefone, seu tablet, sua TV, sua geladeira – o Padlet funciona em tudo (Nota: ele pode não funcionar na geladeira)”

Zoho Creator

O Zoho é muito usado em ambientes corporativos, mas pode ser um aplicativo interessante para registro de aulas e outros arquivos. O diferencial dele é que você pode criar formulários para preenchimento dos seus registros de forma padronizada e é você mesmo que escolhe quais informações deseja para seu modelo. Ele tem todas as opções do Evernote e também do Google Keep, como checklists e lembretes, e muitas outras, como agendamento de pagamentos – muito utilizado em empresas. Apesar disso, o programa tem algumas opções em formato de programação, com códigos que podem ser complicados para quem não tem proximidade com essa linguagem.

Disponível em português? Não, somente o suporte técnico fica disponível em outras línguas e somente no modo empresarial.

Há possibilidade de compartilhamento? Sim, somente na versão para empresas.

Quanto custa? A versão básica custa $ 5 por mês (cerca de R$ 12); a profissional, com a possibilidade de acesso móvel, custa $ 10 por mês (cerca de R$ 24); e a empresarial, que permite o compartilhamento de arquivos, custa $ 15 por mês (cerca de R$ 36).

É compatível com que tipos de softwares? Windows, iOS, iPhone, Android.


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Como seus alunos usam a tecnologia?

Estudo Digital Kids e Tweens 2014/ Click Jogos

Música, vídeos e jogos sempre fizeram parte do dia a dia de crianças e jovens. E a forma como eles se relacionam com as mídias digitais costuma ser objeto de análise de especialistas de marketing e de publicidade. Se os seus alunos têm entre 8 e 14 anos, com certeza boa parte de seus costumes estará listada na 3ª edição do estudo Digital Kids e Tweens, que todos os anos investiga a relação de crianças e pré-adolescentes com tecnologia, mídia e entretenimento.

A pesquisa foi realizada no início de 2014 pelo site Click Jogos em parceria com o Instituto de Pesquisa Catapani e Associados. As respostas de mais de 700 entrevistados em todo o Brasil levaram a conclusões organizadas em uma visualização rápida, permitindo entender melhor como é a rotina dessa geração. Três especialistas orientaram a parte qualitativa do estudo: uma psicóloga que dirige a Divisão de Creches da USP, o vice-diretor de uma escola e um economista, gerente de projetos da Fundação Lemann.

A maioria das crianças e jovens acessa a internet de casa (98%) e ainda usa prioritariamente o computador (88%), sendo que 84% deles compartilha o equipamento com outras pessoas da família. Os site mais acessados são o Facebook, o YouTube e o Google. Um dado que merece atenção é como os entrevistados dividem seu tempo usando as tecnologias (atividade/média diária):

Jogar – 1 hora e 56 minutos
Trocar mensagens – 1 hora e 40 minutos
Ouvir música – 1 hora e 22 minutos
Ver vídeos – 1 hora e 4 minutos
Estudar – 59 minutos

Veja como esse quadro mudou ao longo do tempo:

Estudo Digital Kids e Tweens 2014/ Click Jogos

Meninas de 13 e 14 anos são as que mais gastam tempo por dia nas redes sociais (3 horas, contra 2 horas dispendidas pelas meninas de 11 e 12). E os meninos de 11 e 12 anos são os que mais se dedicam a jogos (2 horas e 11 minutos diários). Os garotos de 13 e 14 anos jogam, em média, durante 2 horas, quase o mesmo tempo dedicado às redes sociais.

Estudo Digital Kids e Tweens 2014/ Click Jogos

Não é à toa que a atração dos games já não pode mais ser desprezada por quem trabalha com tecnologia educacional e a pesquisa aponta que ainda existe um universo a ser descoberto nos aplicativos para tablet. Se bem utilizados, os jogos educativos contribuem muito para a aprendizagem das crianças, como ressaltou o especialista Lino de Macedo em entrevista à Nova Escola.

“Não há como negar a importância da tecnologia na vida desses jovens. Ser contra isso é fechar os olhos para o que esta por vir”, resume um educador participante das conversas captadas para a Digital Kids e Tweens. Esse cotidiano digital modificou o mundo do jovem, que hoje é dinâmico, móvel e multidispositivo (usa computador, tablet, smartphone…). Em uma idade de buscas constantes, a tecnologia torna tudo mais rápido, aponta uma das conclusões do estudo. A consequência negativa dessa velocidade de informação é uma dose de impaciência e de imediatismo nas atitudes. No cotidiano dessas crianças e adolescentes, uma característica ainda não mudou: a principal referência deles ainda são os amigos. Além de se relacionar por contato real, na escola, na rua, na família, também o contato virtual tomou conta de sua vida, ampliando a rede de conhecidos e as interações.

A pesquisa termina com uma sentença que pode ser vista como ameaça ou oportunidade: “Nativos digitais não se permitem ficar entediados.” Ela pode ser ameaça se o professor tiver receio de se reinventar e de repensar suas aulas em função dos novos comportamentos de crianças e jovens, mas uma oportunidade para quem se dispõem a compreender melhor essas novas tecnologias e utilizá-las a favor do ensino.

Quer saber mais sobre o estudo Digital Kids e Tweens? Assista abaixo a um vídeo que faz parte da pesquisa.


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Arte de graça e sem fila no Google Cultural Institute

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Google Cultural Institute. Arte e cultura grátis na web.

Um passeio virtual não substitui uma visita ao museu ou a qualquer lugar interessante, mas torna possível o acesso a um mundo de conhecimento, em uma experiência cada vez mais interativa.

Além de um enorme acervo de obras de arte, fotografias, artefatos e documentos históricos com altíssima qualidade de imagem, o Google Cultural Institute reúne vídeos e passeios virtuais por locais considerados patrimônios da humanidade.

Quer embarcar nessa excursão? Escolha o seu assento, convide seus alunos e bom passeio! Ou melhor, boas aulas!

Google Art Project

Já citado aqui anteriormente, mas agora com um acervo muito maior (40 mil imagens de mais de 40 países), o Google Art Project abriga obras de museus grandes e pequenos, clássicos e modernos, conhecidos mundialmente e comunitários com imagens de obras em alta resolução, que compreendem desde óleo sobre tela até esculturas e mobiliário. Algumas pinturas estão disponíveis em formato “gigapixel”, permitindo aumentar o zoom até enxergar cada pincelada em detalhes. Além dos clássicos, você também pode conferir os grafites que colorem os muros de várias cidades do mundo na Coleção de Arte de Rua. Tudo organizado e contextualizado. Para completar, você ainda pode criar e compartilhar sua própria galeria de arte virtual.

World Wonders Project

O World Wonders Project apresenta patrimônios da humanidade, de tempos modernos e da antiguidade, por meio do Street View, modelagem em 3D e outras tecnologias do Google. Explore locais históricos como Ouro Preto e Congonhas, em Minas Gerais, os sítios arqueológico de Pompeia, na Itália, ou Stonehenge, na Inglaterra; lugares isolados como o Grand Canyon, nos EUA; ou até mesmo submersos, como a Grande Barreira de Corais, na Austrália. Conheça mais sobre a história e o passado de cada local, com informações fornecidas por meio de uma parceria com a Unesco.

Momentos históricos

Muitas instituições culturais têm amplos acervos de informações, muitos dos quais nem sempre podem ser colocados em uma exposição pública. Por meio de museus e curadores parceiros, o canal criou exposições para levar esses acervos ao público, disponibilizando-os online. Explore momentos históricos, personalidades culturais, ciência e tecnologia e outras categorias, navegando por fotos, vídeos, manuscritos e documentos em uma ampla gama de temas: das cartas escritas por Nelson Mandela na prisão à era de “La Dolce Vita” na Itália.

Google Cultural Institute - Momentos Históricos

Vale muito a pena conferir. Com certeza você vai encontrar material para uma boa aula de Arte, História, Geografia, Ciências, etc.


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Cinco entrevistas imperdíveis sobre polêmicas da Educação

| Dica de site

Já ouviu falar do programa Educação Brasileira? É uma produção semanal da Univesp TV, canal da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Em 30 minutos de vídeo, especialistas de diversas áreas são entrevistados e debatem problemas e desafios de professores e gestores escolar.
A pauta é variada: vai de políticas públicas (PNE, acesso ao Ensino Médio, exclusão escolar) a discussões de desafios concretos da sala de aula (alfabetização, ensino de Química e uso do livro didático foram alguns dos temas tratados).

No Youtube, há uma bela playlist com o acervo de todas as edições do programa. Entre as centenas de entrevistas, indicamos abaixo cinco que valem a pena tanto pela polêmica do tema quanto pela qualidade dos entrevistados. Confira:

1- Diretor deve poder ser demitido da rede pública?

A polêmica Um projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa de São Paulo prevê que os novos diretores das escolas da rede estadual possam ser demitidos caso não atendam às expectativas de desempenho.

Entrevistadas Neide Noffs e Helena Albuquerque, ambas docentes da PUC-SP.

2- Como lidar com a heterogeneidade em sala de aula?

A polêmica Aborda uma dificuldade que aflige dez entre dez educadores: caminhos para tratar as diferenças presentes entre os alunos de qualquer sala de aula, em qualquer etapa.
Entrevistadas Miriam Brito Guimarães, que pesquisou o tema em mestrado da FE-USP, e Silvia Carvalho, do Instituto Avisalá.

3- Como estudar?

A polêmica Discute ações para potencializar o hábito de estudar dos alunos, como a adoção de uma agenda semanal de compromissos.

Entrevistada Ana Lúcia Cortegoso, professora da Ufscar.

4- Letra cursiva: sim ou não?

A polêmica Debate a decisão do estado americano de Indiana de abandonar o ensino da letra cursiva (a “letra de mão”).

Entrevistada Maria Helena de Moura Neves, professora da Unesp.

5- O que pensam as crianças e os adolescentes?

A polêmica Apresenta e discute pesquisa sobre contrastes entre desejos e visões de alunos do Fundamental 1 e do Ensino Médio.

Entrevistadas Ana Helena Meirelles Reis, da Multifocus Pesquisa, e Silvia Gasparian Colello, professora da FE-USP.


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Cresce uso de tablets e computadores na escola

| Notícias, pesquisas e cursos

A pesquisa TIC Educação 2013, produzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), mostra que aumentou o uso de recursos tecnológicos nas escolas brasileiras. Quase a totalidade das instituições tem computador e acesso à internet. “Essa máquina fica, em geral, na sala do diretor ou coordenador pedagógico e é voltada para usos administrativos”, disse Camila Garroux, coordenadora do projeto TIC Educação no hangout que NOVA ESCOLA acompanhou ontem (15). Além disso, 76% das unidades públicas possuem computadores disponíveis para uso com os alunos. O principal local para uso pedagógico é o laboratório de informática (85%). A conexão sem fio – aspecto fundamental para a mobilidade – está presente em 71% das escolas. Outro destaque é o crescimento dos tablets: em 2012, apenas 2% das instituições públicas possuíam esse tipo de equipamento, em 2013, o número chegou a 11%. Foram entrevistados alunos, diretores e coordenadores pedagógicos de escolas públicas e particulares de centros urbanos.

A pesquisa também indica que professores e estudantes estão mais conectados. Ambos costumam falar entre si pela Internet. Além disso, 47% dos docentes de escolas públicas levam seu notebook ao trabalho. A tendência de mobilidade é vista também na casa dos educadores, onde o computador portátil superou o de mesa. Também quadruplicou o número de profissionais com tablet de um ano para outro. Nas instituições públicas, 46% dos professores declararam utilizar o computador e Internet em atividades com os alunos – um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao ano de 2012.

Com ajuda da tecnologia, eles planejam atividades e buscam recursos para incrementar as aulas. Os itens mais usados são ilustrações e imagens obtidas da Internet (84%), seguidos de textos (83%) e questões de provas (79%). Em quarto lugar, aparecem vídeos e animações (74%). Também cresceu o percentual de docentes que acessou a Internet por meio do telefone celular: de 6% em 2010 a 38% em 2013. Já os estudantes estão mais acostumados com este tipo de recurso: 63% usam a internet no celular, sobretudo fora da escola.

Apesar do crescimento, ainda existem problemas de infraestrutura, relacionados ao número de equipamentos e à velocidade da internet. Os dados também sugerem que é preciso aprimorar a qualidade do uso da tecnologia, pois os docentes não criam conteúdos próprios, reproduzindo materiais encontrados na Internet – apenas 21% publicaram na rede. “Existe o desafio de desenvolver a autoria do professor”, completa Camila.

E você, como usa os recursos tecnológicos? Costuma criar materiais próprios ou recorre a Compartilhe com a gente!


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