Cinco entrevistas imperdíveis sobre polêmicas da Educação

| Dica de site

Já ouviu falar do programa Educação Brasileira? É uma produção semanal da Univesp TV, canal da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Em 30 minutos de vídeo, especialistas de diversas áreas são entrevistados e debatem problemas e desafios de professores e gestores escolar.
A pauta é variada: vai de políticas públicas (PNE, acesso ao Ensino Médio, exclusão escolar) a discussões de desafios concretos da sala de aula (alfabetização, ensino de Química e uso do livro didático foram alguns dos temas tratados).

No Youtube, há uma bela playlist com o acervo de todas as edições do programa. Entre as centenas de entrevistas, indicamos abaixo cinco que valem a pena tanto pela polêmica do tema quanto pela qualidade dos entrevistados. Confira:

1- Diretor deve poder ser demitido da rede pública?

A polêmica Um projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa de São Paulo prevê que os novos diretores das escolas da rede estadual possam ser demitidos caso não atendam às expectativas de desempenho.

Entrevistadas Neide Noffs e Helena Albuquerque, ambas docentes da PUC-SP.

2- Como lidar com a heterogeneidade em sala de aula?

A polêmica Aborda uma dificuldade que aflige dez entre dez educadores: caminhos para tratar as diferenças presentes entre os alunos de qualquer sala de aula, em qualquer etapa.
Entrevistadas Miriam Brito Guimarães, que pesquisou o tema em mestrado da FE-USP, e Silvia Carvalho, do Instituto Avisalá.

3- Como estudar?

A polêmica Discute ações para potencializar o hábito de estudar dos alunos, como a adoção de uma agenda semanal de compromissos.

Entrevistada Ana Lúcia Cortegoso, professora da Ufscar.

4- Letra cursiva: sim ou não?

A polêmica Debate a decisão do estado americano de Indiana de abandonar o ensino da letra cursiva (a “letra de mão”).

Entrevistada Maria Helena de Moura Neves, professora da Unesp.

5- O que pensam as crianças e os adolescentes?

A polêmica Apresenta e discute pesquisa sobre contrastes entre desejos e visões de alunos do Fundamental 1 e do Ensino Médio.

Entrevistadas Ana Helena Meirelles Reis, da Multifocus Pesquisa, e Silvia Gasparian Colello, professora da FE-USP.


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Cresce uso de tablets e computadores na escola

| Notícias, pesquisas e cursos

A pesquisa TIC Educação 2013, produzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), mostra que aumentou o uso de recursos tecnológicos nas escolas brasileiras. Quase a totalidade das instituições tem computador e acesso à internet. “Essa máquina fica, em geral, na sala do diretor ou coordenador pedagógico e é voltada para usos administrativos”, disse Camila Garroux, coordenadora do projeto TIC Educação no hangout que NOVA ESCOLA acompanhou ontem (15). Além disso, 76% das unidades públicas possuem computadores disponíveis para uso com os alunos. O principal local para uso pedagógico é o laboratório de informática (85%). A conexão sem fio – aspecto fundamental para a mobilidade – está presente em 71% das escolas. Outro destaque é o crescimento dos tablets: em 2012, apenas 2% das instituições públicas possuíam esse tipo de equipamento, em 2013, o número chegou a 11%. Foram entrevistados alunos, diretores e coordenadores pedagógicos de escolas públicas e particulares de centros urbanos.

A pesquisa também indica que professores e estudantes estão mais conectados. Ambos costumam falar entre si pela Internet. Além disso, 47% dos docentes de escolas públicas levam seu notebook ao trabalho. A tendência de mobilidade é vista também na casa dos educadores, onde o computador portátil superou o de mesa. Também quadruplicou o número de profissionais com tablet de um ano para outro. Nas instituições públicas, 46% dos professores declararam utilizar o computador e Internet em atividades com os alunos – um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao ano de 2012.

Com ajuda da tecnologia, eles planejam atividades e buscam recursos para incrementar as aulas. Os itens mais usados são ilustrações e imagens obtidas da Internet (84%), seguidos de textos (83%) e questões de provas (79%). Em quarto lugar, aparecem vídeos e animações (74%). Também cresceu o percentual de docentes que acessou a Internet por meio do telefone celular: de 6% em 2010 a 38% em 2013. Já os estudantes estão mais acostumados com este tipo de recurso: 63% usam a internet no celular, sobretudo fora da escola.

Apesar do crescimento, ainda existem problemas de infraestrutura, relacionados ao número de equipamentos e à velocidade da internet. Os dados também sugerem que é preciso aprimorar a qualidade do uso da tecnologia, pois os docentes não criam conteúdos próprios, reproduzindo materiais encontrados na Internet – apenas 21% publicaram na rede. “Existe o desafio de desenvolver a autoria do professor”, completa Camila.

E você, como usa os recursos tecnológicos? Costuma criar materiais próprios ou recorre a Compartilhe com a gente!


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Seis erros que você, professor, não deve cometer no seu blog

| Sem categoria

Você cria um blog, alunos e colegas começam a acessar e, pronto, virou um sucesso! Para que o caminho da sua página seja esse, vale a pena prestar atenção a alguns escorregões comuns nesse ambiente. Preparamos uma lista com seis deles. Confira abaixo e evite:

1. Falar sem saber para quem

A primeira questão que você tem que se fazer para resolver esse tópico é: “para quem estou escrevendo?” Os leitores são outros professores? Então, você pode compartilhar planos de aula e reflexões sobre a prática escolar, por exemplo. Quem te lê são seus alunos? Ótimo, publique sugestões de leitura e atividades complementares. Os comentários e ferramentas gratuitas como o Google Analytics podem ajudar a identificar que temas fazem mais sucesso e conhecer quem está de fato acessando a página.

2. Misturar assuntos pessoais e educacionais

Viu um texto lindo que tocou seu coração? Se não for um conteúdo indicado em alguma aula, deixe de fora do blog. O mesmo vale para opiniões políticas, convicções religiosas e outros assuntos pessoais. O espaço do blog educacional deve ser respeitado como uma área de trabalho, portanto não leve para ele o que não deveria entrar na sala de aula ou na sala dos professores.

3. Atualizar quando “dá na telha”

O blog é uma ferramenta que indica agilidade, portanto procure definir com que periodicidade ele será atualizado e respeitar essa regra. Assim, seus leitores se acostumam a acessar o endereço na data prevista. É indicado que a página receba novos conteúdos pelo menos uma vez por semana. Quando isso acontecer, avise os leitores pelo Facebook ou por e-mail.

4. Ignorar os comentários

Mesmo se não tiver nada novo para postar, fique de olho nos comentários. Libere as participações dos leitores (caso elas sejam moderadas por você) e responda às questões colocadas, dessa maneira as pessoas vão se sentir respeitadas e estimuladas a continuar participando.

5. Exagerar na informalidade

O blog é um ambiente informal, sim, e você deve escrever como se conversasse com os internautas. No entanto, isso não significa que palavras chulas, abreviações e gírias possam ser usadas. O cuidado com o português deve ser uma premissa dos seus textos. O que está ali é conteúdo pedagógico e deve ser tratado como o que você leva para as aulas.

6. Expor os alunos

A internet é um espaço público e ninguém deve ser exposto desnecessariamente. Se você quer compartilhar produções dos seus alunos no blog, peça a autorização dos envolvidos antecipadamente. Em alguns casos, é necessário até que os pais concordem com a divulgação. Em outros, pode ser melhor descrever o trabalho feito sem mostrar a atividade de uma ou outra criança.

E aí, as dicas foram úteis para pensar sobre seu próximo post? Conte para a gente o que achou e compartilhe outros lembretes caso tenha alguma ideia.


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Seis sites essenciais para desmistificar a Aids

| Dica de site

Junho é o mês escolhido por NOVA ESCOLA e GESTÃO ESCOLAR para falar sobre Aids e de iniciativas que ajudam a combater a discriminação e o preconceito contra os portadores do vírus HIV. E se há uma coisa mais potente que os medicamentos antirretrovirais nessa luta, trata-se da informação!

Foi-se o tempo em que o sistema de saúde citava “grupos de risco” e que ter HIV era sinônimo de morte. Hoje em dia a Aids já é considerada uma doença crônica pela Organização Mundial da Saúde e o ambiente escolar não pode deixar de abordar o assunto.

Para ajudar professores e gestores a entender o tema e preparar atividades que levem conhecimento para a garotada, selecionamos seis sites essenciais para derrubar os mitos sobre a Aids. Confira!

1) 
Portal sobre aids, doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais
Por que vale a pena? O site do Departamento de DST, Aids e hepatites virais do Ministério da Saúde oferece informações básicas sobre o tema: o que é a doença, como o vírus é transmitido e quais são as formas de prevenção. Além disso, o portal oferece respostas às dúvidas mais frequentes, além de relatos de pessoas que convivem com o vírus.

2) Agência de Notícias da Aids
Por que vale a pena? A Agência de Notícias da Aids é o maior portal brasileiro sobre o assunto, e, além de reportagens que abordam o assunto sob diferentes aspectos, é possível encontrar artigos de opinião e dicas de eventos ligados ao tema.

3) “HIV, e daí?”
Por que vale a pena? Ao acompanhar Ozzy e Micaela, dois jovens soropositivos que moram em São Paulo, o documentário disponível no YouTube consegue demonstrar como a doença não é e nem deve ser uma barreira para a realização de sonhos e planos. O filme, do diretor Cláudio Maneja Jr, é uma realização do canal Futura e tem aproximadamente 13 minutos de duração.

4) Healthline: 11 vídeos sobre Aids
Por que vale a pena? O objetivo dos vídeos é definitivamente desmistificar o HIV. O site reúne desde vídeos informativos, com gráficos e dados sobre o número de pessoas contaminadas em todo o mundo, até um diário audiovisual feito por um advogado e ativista soropositivo que mora em Nova Iorque. O conteúdo ajuda os espectadores a derrubarem as barreiras de desinformação. Os vídeos estão em inglês.

5) Art Aids
Por que vale a pena? A fundação holandesa ArtAids convida expoentes da arte contemporânea para produzir obras que dialoguem com o tema e arrecada fundos para projetos que beneficiem os soropositivos. No site, que está escrito em inglês, é possível encontrar a versão digitalizada de cada obra com as devidas referências. Uma boa pedida para sensibilizar a turma a respeito do preconceito enfrentado por quem é portador do vírus.

6) Blog Jovem soropositivo
Por que vale a pena?
O blog, hospedado no site Brasil Post, apresenta os relatos de um jovem que convive com o diagnóstico do vírus desde 2010. Como é a vida sexual do soropositivo e qual é a reação da maioria das pessoas ao saber de sua condição são algumas das curiosidades esclarecidas em seus textos. Vale a pena conferir!

Você conhece outros sites bacanas sobre o tema? Compartilhe com a gente nos comentários!

Campanha Atitude Abril Aids - Desinformação Tem Cura!


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Conheça uma plataforma online para estudar para o Enem

| Dica de site

É inescapável: a preparação para o Enem e diferentes vestibulares é uma das principais preocupações dos alunos do 3º ano. Para os professores, é momento de planejar as aulas para atender às expectativas de aprendizagem descritas no currículo e de apoiar a turma a se preparar para os exames. O site gratuito Geekie Games 2014 pode ajudar a estimular os alunos nessa etapa.

Desenvolvida por uma empresa especializada na criação de ambientes de ensino a distância, a plataforma é credenciada pelo Ministério da Educação e permite que professores e coordenadores pedagógicos acompanhem o desempenho dos alunos na preparação para o Enem.

Ao se cadastrar no site, o aluno faz um teste diagnóstico para detectar seus pontos fortes e dificuldades. Com base nessa avaliação, cada aluno recebe um plano de estudos personalizado, com acesso a aulas que abrangem todo o conteúdo da prova. Por meio de parceria da empresa desenvolvedora com 19 Secretarias de Educação (veja aqui como ter acesso aos dados de cada aluno), professores e coordenadores pedagógicos de poderão ter acesso a relatórios sobre o desempenho de cada aluno. A ferramenta ainda permite que o docente sugira conteúdos e atividades para cada estudante. Assim, a plataforma pode ser utilizada como apoio ao trabalho em sala de aula para complementar o aprendizado dos estudantes.

Lançado em 2013 como um ambiente para testes, o site ficou no ar durante 60 dias e teve cerca de dois milhões de inscritos, sendo 600 mil os usuários ativos. Para este ano, a expectativa é que a plataforma atinja cerca de 3,7 milhões de estudantes.

A plataforma está disponível desde de seu lançamento para os estudantes dos estados conveniados e será aberta para o público em geral a partir de 18 de julho. Para utilizar o Geekie Games, basta acessar o site e se cadastrar.


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Você sabe a diferença entre software livre e código aberto?

| Manuais

Oi, pessoal! Sou Felipe Costa, webmaster dos sites de NOVA ESCOLA e GESTÃO ESCOLAR. Na nossa equipe, sou eu que programo o site. Preparei este post para falar sobre software livre e código aberto.

Você já ouviu esses dois termos e ficou sem saber o que isso quer dizer? Vamos esclarecer todas as suas dúvidas sobre o tema!

O software livre tem como objetivo permitir que as pessoas possam usar, estudar, modificar e redistribuir programas de computador ou somente seus códigos fonte (que são como receitas para criar outros programas). A única exigência é que, ao redistribuir o programa, ele permaneça livre para ser novamente alterado por outros usuários.

Outra vantagem é que esses programas não pertencem a uma empresa e podem ser baixados gratuitamente da internet. Já falamos um pouco sobre o tema neste post: Software livre: que bicho é esse?

Segundo a Free Software Foundation (Fundação do Software Livre), o software livre deve garantir quatro tipos de liberdade aos usuários:

1 – Liberdade de executar o programa para qualquer propósito;
2 – Liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para suas necessidades;
3 - Liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar outros usuários;
4 – Liberdade de modificar o programa e distribuir essas alterações, de modo que toda a comunidade se beneficie.

Um dos exemplos de software livre mais conhecido é o sistema operacional Linux. Há também o BrOffice: um pacote de aplicativos onde é possível escrever textos, alterar e criar imagens, organizar pesquisas de dados e produzir um jornal ou apresentações de slides. Ele é um equivalente do famoso pacote Office, que pertence à multinacional Microsoft.

Já o programa em código aberto, ou open source (em inglês), é aquele no qual o usuário pode modificar o código, de acordo com o que deseja usar. Porém, o desenvolvedor original do programa determina as condições de uso e de distribuição. Por exigir mais conhecimentos técnicos, os códigos abertos são geralmente manipulados por programadores.

O conhecido navegador Firefox, por exemplo, tem seu código aberto para modificação e redistribuição. Aliás, você já utilizou o Firefox para acessar seus sites e e-mails? Esse navegador gratuito conta com ótimos recursos, fruto justamente da colaboração de uma comunidade de programadores em todo o mundo. Assista ao vídeo promocional do Mozilla chamado “A web que queremos”.

Para o usuário comum, são poucas as diferenças entre programas de software livre e de código aberto. Mas agora, quando você encontrar programas com a sigla FLOSS (free/libre/open source software, em inglês), que quer dizer software de código livre/aberto, já saberá que é um programa que pode ser baixado gratuitamente e que pode ser aprimorado por programadores do mundo todo.


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Três sites para criar páginas de graça na internet

| Dica de site, Tutorial

Ferramentas gratuitas para criar sites. Blog Tecnologia na Educação. Editoria de arte

Criar um site pode ser muito útil para compartilhar vídeos, imagens e textos com seus alunos ou colegas de escola. Já apresentamos no blog um tutorial em vídeo sobre como usar o Google Sites para construir um ambiente virtual e deixar seus materiais disponíveis para todos.

Nesse post, indicamos mais três sites gratuitos que oferecem esse serviço. Todos são bastante simples e não exigem que você conheça linguagem de programação para criar uma  página bacana.

Confira as dicas e escolha o que melhor atende seus objetivos!

Webnode

Como funciona: com apenas alguns cliques, você escolhe o modelo e o nome do seu site. A cada etapa, a página orienta o usuário sobre os próximos passos e dá dicas de como incrementar a produção. Todas as instruções são dadas em português. O layout do site se adapta ao tamanho das telas de computadores, tablets e celulares. Além disso, é possível acrescentar caixas para receber comentários do Facebook e botões de compartilhamento.

É bacana porque: o site também oferece dicas para utilizar boas palavras-chave na construção do seu site, permitindo que a página seja facilmente encontrada em páginas de busca, como Google, Bing e Yahoo, o que aumentar o número de acessos.

Wix

Como funciona: depois de selecionar seu modelo de layout preferido, é possível criar sua página apenas modificando o exemplo. Ou seja, é possível substituir fotos e textos já disponíveis por suas próprias imagens e arquivos. Há também ferramentas para alterar o design, escolhendo cores e mudando fontes. O site é bem fácil de navegar e os textos estão em português. O layout também se adapta ao tamanho das telas de computadores, tablets e celulares.

É bacana porque: entre as opções de modelo, há layouts para páginas dedicadas a comunidades e à Educação. Na seção App Market, o usuário pode escolher todos os “acessórios” que deseja colocar em suas páginas, como GoogleMaps, comentários do Facebook, campo de busca no próprio site, entre outros.

Weebly

Como funciona: assim como as dicas anteriores, esse site oferece opções de modelos para que o usuário dê início à criação de sua página. Em comparações com os outros, há menos recursos gratuitos disponíveis. Para inserir o campo de busca ou galeria de imagens, por exemplo, é preciso pagar. As instruções dadas ao usuários estão em português e em inglês.

É bacana porque: o site é bastante intuitivo e fornece sugestões aos usuários de como incrementar sua página. Em um clique, é possível adicionar ícones de redes sociais e criar fóruns de discussão.

Gostou das dicas? Já utilizou algum desses sites? Conte pra gente!


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Como criar um GIF animado

| Dica de aplicativo, Dica de site, Tutorial

Tutorial ensina como fazer um GIF animado

Quer deixar suas aulas mais animadas? hehehe…
Veja nossa dica de como criar uma animação, utilizando um recurso digital bem simples: o GIF animado.

Se você nunca ouviu falar em “gif” ou “guif”, basta saber que ele é apenas mais um dos inúmeros formatos digitais de fotos e ilustrações existentes, assim como JPG (ou JPEG), PNG, EPS etc.

Esse tipo de arquivo, muito difundido entre usuários da internet hoje em dia, pode ser utilizado para apresentar a seus alunos conceitos básicos de animação nas aulas de Arte ou mesmo para ilustrar um conteúdo – de qualquer disciplina –, no qual o movimento ou mudança de imagens ajude a turma a compreender melhor o tema abordado. Veja alguns exemplos encontrados na internet:

Fotografias de Eadweard Muybridge exibidas em sequência no final do século XIX

Cavalo em Movimento – E. Muybridge, 1878

Como funciona um carro, infografia animada de Jake ONeil

Como funciona um carro – Jake ONeil, 2014

Como funciona?

O GIF animado armazena uma série de imagens em um único arquivo, exibindo-as em sequência, de forma automática e em loop (quer dizer, após exibir a última imagem, ele sempre retorna à primeira).

Portanto, para criar uma animação, a primeira coisa que devemos fazer é providenciar uma série de imagens com pequenas diferenças de posição, formato ou cor entre os elementos que compõem a cena. Para isso, podemos usar um programa de edição de imagens (Photoshop, Paint etc) para criar os desenhos ou usar várias fotos com a sequência de um movimento (de pessoas, objetos ou desenhos). Veja abaixo nosso exemplo:

Sequência de imagens para animação

Para animá-las, vamos usar o Gifmake, uma ferramenta online gratuita, mas existem muitos geradores de GIFs animados na web. É muito simples mesmo!

Basta fazer o upload (carregamento) de cada imagem ou arrastá-la, uma por vez, para dentro da área pontilhada indicada pelo site (como mostra a ilustração abaixo). Nessa ferramenta, existe um limite máximo de 10 imagens (ou 15, em uma versão mais “pesada” que você encontra no rodapé do site). Seus arquivos também não podem ultrapassar 1,5 Mb (tamanho em megabytes por foto).

Depois de inserir as imagens no Gifmake, clique no botão Generate Gif  para ver o resultado. Se quiser deixar a animação mais rápida ou mais lenta, basta ajustar a velocidade, deslizando o botão do cursor Delay (atraso), e clicar em Generate Gif novamente para conferir o ajuste. Quando estiver satisfeito, clique em Download GIF para salvar o arquivo no seu computador. Confira todos esses passos no esquema abaixo:

Como fazer um GIF animado no Gifmake

Depois de baixar o GIF, você pode incluir sua animação em apresentações de PowerPoint, usar em blogs ou mesmo vê-la isoladamente, abrindo o arquivo diretamente do seu computador em qualquer navegador como Chrome, FireFox, Explorer etc.

E aí, ficou animado(a)? Então, mãos à obra! Aproveite para conferir estas reportagens e planos de aula relacionados ao tema publicados por NOVA ESCOLA :

Reportagem | Como trabalhar animações

Projeto | Como fazer animações “stop-motion”

Galeria de fotos | Como fazer uma animação em “stop-motion” nas aulas de Arte

Sequência didática | Relação entre fotografia e cinema

E se tiver alguma dúvida ou sugestão, mande pra gente!


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Tutorial sobre o Geogebra: aprenda a usar o software

| Tutorial

Na edição de junho/julho, NOVA ESCOLA mostra como usar em sala o software de geometria dinâmica Geogebra. No tutorial abaixo, Celina Abar, professora da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), explica algumas das funcionalidades básicas da ferramenta, além de indicar como fazer algumas figuras, como pontos, retas e triângulos. Depois de aprender com as dicas da nossa consultora e ler a matéria, é só explorar o software à vontade.


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Como criar e formatar tabelas no Word

| Tutorial

Já pensou em utilizar as tabelas do Word para registrar os conteúdos das suas aulas ou o seu planejamento? Elas facilitam bastante a organização das informações e oferecem várias opções de formatação que colaboram para a apresentação dos dados. No tutorial abaixo, apresentamos alguns recursos básicos para você começar a desvendar essa ferramenta. Assista ao vídeo e conte para a gente, nos comentários, se as dicas serão úteis para você.

 


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