Gente que Educa: novidades e tutoriais facilitam a participação

| blog, dicas

rede social Gente que Educa

A Equipe do Gente que Educa preparou vários tutoriais para facilitar a navegação na rede! Como o site ainda está em desenvolvimento, sempre aparecem novidades que podem deixar você pouco perdido. É por isso que vamos explicá-las e dar uma ajudinha a todos que estão participando dessa nova iniciativa!

As novidades mais recentes foram as notificações e a possibilidade de compartilhar conteúdos. Elas ainda serão aprimoradas, mas já significa uma grande melhora para que você acompanhe a repercussão de suas postagens e possa divulgar os assuntos mais interessantes.

Agora também é possível escolher se seus posts serão visíveis apenas para seus amigos ou para todos os usuários do site. Como a ideia é disseminar conhecimentos, recomendamos a segunda opção, pois assim dá para conhecer pessoas novas e sugerir discussões interessantes para todos.

Agora vamos aos tutoriais! Para quem acaba de se cadastrar, criamos um passo a passo básico sobre a timeline  e a página de perfil, a fim de que todos possam aproveitar todo o potencial do site.

Também fizemos algumas orientações para ferramentas específicas da rede. Para quem tem dúvidas sobre como explorar a área de grupos, explicamos tudo aqui. A agenda também está sendo aprimorada, mas você já pode publicar seus próprios eventos e conferir os que já estão atualizados. É só clicar aqui.

Não sabe como incluir ou trocar sua foto de perfil? É muito fácil! Basta seguir os três passos indicados nesta imagem. Já a ferramenta “Encontrar amigos do Facebook” ajuda a descobrir quais de seus contatos já estão no Gente que Educa.

Você que está interessado em pesquisar e criar planos de aula pode encontrar ajuda nos tutoriais sobre definição de direitos autorais e de dicas práticas. Mas se a ideia for aprender a adaptar os planos que já estão disponíveis em nosso acervo, confira esta página, que apresenta um exemplo real.

Ufa! São muitas coisas rolando por lá. Mas se você ainda tem dúvidas ou tem uma sugestão para melhorar o site, mande um e-mail para gentequeeduca@gmail.com ou uma mensagem privada para o perfil da Equipe.

Esta é uma rede com e para educadores. Vamos juntos. Somos Gente que Educa! ;)

 

Até a próxima!


TAGS: , ,

Deixe um comentário

Videoaulas do MIT com legendas em português desvendam a Ciência por trás do cotidiano

| blog, dicas
Reprodução de página do projeto BLOSSOMSs

Temas como a formação de bolhas de sabão são parte das videoaulas do projeto BLOSSOMSs, do MIT

Não é de hoje que os recursos audiovisuais são importantes aliados dos professores em sala de aula. Mas, atualmente, com o dinamismo dos recursos multimídia que marcam a era da internet, exibir vídeos muito longos para os alunos – por mais interessante que seja o assunto – pode ser um convite à dispersão. Imagine ainda se o tema das produções forem assuntos tradicionalmente considerados “difíceis”, como conteúdos ligados à Matemática, Física, Química e Biologia?

Foi pensando em despertar o interesse da turma para as aplicações práticas dos conhecimentos destas disciplinas na vida cotidiana que o renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT – sigla em inglês), nos Estados Unidos, criou o projeto BLOSSOMSs (Blended Learning Open Source Science or Math Studies – algo como Fonte Aberta Mista de Aprendizagem para o Estudo de Matemática e Ciências, em tradução livre).

Com um acervo de mais de 40 vídeos com legendas em português e duração de cerca de 30 minutos, a plataforma reúne aulas que relacionam conhecimentos abstratos do Universo à aplicações práticas destes conceitos no dia a dia, como o que a que explica a Ciência por trás das bolhas de sabão. É possível ver toda a programação no próprio site. Além disso, desde novembro de 2014, ela também é exibida pelo canal Futura e na conta do Youtube da emissora.  Cada programa é acompanhado por um guia para os professores (ainda sem tradução para o português), com instruções sobre sua exibição e a indicação de materiais, experimentos e discussões a serem conduzidas em sala.

De acordo com as instruções do site, as aulas são estruturadas de modo que os alunos assistam a trechos de, no máximo, cinco minutos de duração, sucedidos por momentos em que o apresentador do vídeo, em geral um pesquisador do MIT ou de uma instituição parceira, convida o professor a fazer intervenções em sala ou a realizar alguma atividade. Desta forma, a alternância entre diferentes modalidades de interação garante o dinamismo da aula e permite a verificação da aplicação prática dos princípios científicos apresentados.

Quer participar?
Nascido de uma parceria entre pesquisadores da universidade americana e educadores de outras instituições, o site funciona como uma plataforma colaborativa. As contribuições, no entanto, devem ser apresentadas previamente aos administradores do projeto. Eles dão algumas dicas sobre como estruturar uma videoaula nos padrões da plataforma.

 


TAGS: , , ,

Deixe um comentário

Top 10 Gente que Educa: novas funcionalidades e mais interação

| dicas
Reprodução de página da rede GENTE QUE EDUCA

Reprodução de página da rede GENTE QUE EDUCA

Os últimos dias foram repletos de novidades para os usuários do Gente que Educa. Além das trocas de conhecimento e experiência, a rede ganhou funcionalidades que vão aumentar (muito!) as possibilidades de interação.

O site passou a avisar, na própria rede ou por e-mail, quando alguém curte ou comenta seus posts, escreve nos grupos em que você participa, além de outras atividades. Assim, fica mais fácil acompanhar o que está rolando. As notificações aparecem na barra superior, simbolizadas por um sininho. E se você leu alguma postagem bacana e quer que seus amigos a vejam, o botão “Compartilhar” chegou para isso.

É possível também acrescentar um comentário. Outro recurso interessante que entrou no ar é o que permite definir quem vai ler seus posts. É só escolher entre as opções “Publicar para seus amigos” e “Publicar para toda a rede”, que aparecem abaixo da caixa de texto.

Nesta semana, houve polêmica no Gente que Educa. O professor Ricardo Fernandes Gonçalves criticou a campanha publicitária da prefeitura do Rio de Janeiro, que associa políticas educacionais a uma linha de produção. A grande notícia dos últimos dias foi a entrega do prêmio Nobel da Paz, especialmente à Malala Yousafzai, por sua luta pelo direito universal à Educação. A Editora de NOVA ESCOLA, Elisa Meirelles, divulgou um vídeo emocionante sobre o assunto.

Entre os usuários mais ativos está Priscila Araújo. Ela sugeriu um site com obras de grandes estudiosos da Educação que estão em domínio público. Quem também postou uma boa dica foi a Amélia Borba, que divulgou um post sobre a Google Play for Education, a loja de apps para Educação do Google.

#DICA: Já tem programa para o recesso? O perfil oficial da Equipe Gente que Educa criou o grupo Férias!, em que serão divulgadas boas opções de diversão para esse período de descanso. E tem mais grupo bacana para acompanhar! A Clarissa Paz de Menezes criou o Alfabetização Audiovisual. Nele, todos que trabalham com esse tipo de recurso podem aprender e compartilhar novidades da área.

#ÚLTIMADICA! O Gente que Educa publicou um post com regras e boas práticas que devem ser seguidas na hora de interagir em sites e páginas nas redes sociais. Assim, o debate fica mais sadio e produtivo! ;-)


TAGS:

Deixe um comentário

TOP 10 Gente que Educa: os melhores planos de aula e outras novidades

| dicas
Planos de aula recomendados

Planos de aula recomendados

No TOP 10 desta semana, destacamos os primeiros planos de aula publicados por usuários do Gente que Educa que receberam o selo “Recomendado por Nova Escola”. Eles foram avaliados pela coordenadora pedagógica da Fundação Victor Civita (FVC), Regina Scarpa, e vão inspirar outros educadores. Fique por dentro também das últimas novidades do site e dos conteúdos mais quentes por lá!

O projeto Livro de Contos de Animais, criado por Bianca de Paula, foi o primeiro a receber o selo “Recomendado por Nova Escola”! O objetivo é trabalhar a leitura, a reescrita e a revisão de contos com turmas do 2º do Ensino Fundamental.

Outro plano a receber o selo foi Conjunções e período composto com textos opinativos, proposto por Wellington Soares, repórter de NOVA ESCOLA e educador popular do Redigir, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. São seis etapas para trabalhar gramática com estudantes do Ensino Médio.

Já Luiza Portela adaptou uma sequência original de NOVA ESCOLA para suas turmas de 4º e 5º anos do Fundamental. Revisando pontuação e repetição em produções textuais, traz como conteúdo o uso dos discursos direto e indireto e dos verbos de elocução.

#DICA: fique atento aos comentários que você recebe em seu post. O recurso de notificação está em desenvolvimento. Enquanto isso, não esqueça de acessar seu perfil e conferir se seus posts receberam comentários. Assim, ninguém fica sem resposta! ;)

Entre os conteúdos mais acessados está o post de Darwin Ianuskiewtz, que comenta a importância do professor para a formação dos alunos. Já Joseane Amancio publicou uma questão que dá o que pensar: “Olá colegas! Quero saber mais como trabalhar com alunos autistas na Educação Infantil”. Tem alguma sugestão? Clique aqui e comente no post dela.

“Finlândia irá trocar letra cursiva por digitação nas escolas primárias. O que vocês acham dessa medida?”, pergunta Hádila Aguiar no grupo Mídias Digitais na Educação. Quer ouvir a opinião dos colegas e também comentar o assunto? Acesse diretamente o post da Hádila.

Vocês já conhecem o grupo O que vimos e aprendemos sobre Educação. Sua líder, Priscila Araújo, já está compartilhando diversas dicas de filmes, cursos e sites para educadores. Entre lá! Já a Bárbara Nepomuceno adora tecnologia e publicou várias dicas bacanas no Gente que Educa. Visite o perfil dela para ler seus posts e solicitar sua amizade. #SIGAJÁ!

#ÚLTIMADICA! Colocar sua foto no Gente que Educa é muito simples: basta entrar em sua página de perfil, clicar na aba Privacidade e, na sequência, no botão “Escolher arquivo”. Busque a imagem no seu computador e clique em “Salvar”. Pronto!


TAGS: ,

Deixe um comentário

Como ensinar programação (mesmo sem saber )

| dicas
Garoto programando

Garoto programando

Escolas do mundo inteiro se comprometeram a dedicar, durante esta semana, uma hora da rotina escolar para o ensino de programação – a habilidade de desenvolver, por exemplo, programas de computador e aplicativos. A iniciativa é parte da Hora do Código (Hour of Code, no original em inglês), criado pela organização sem fins lucrativos Code.org para democratizar o acesso a esse tipo de conhecimento.

O mais bacana dessa ação é que ela é aberta a todos, mesmo a quem não sabe  programar! O site oficial do evento oferece diversos tutoriais que ensinam habilidades básicas de programação e tem um guia exclusivo para professores. Lá também é possível encontrar uma lista com informações sobre como participar “oficialmente” do evento. Está tudo disponível em http://br.code.org/

MAS O QUE É PROGRAMAÇÃO E POR QUE ENSINAR ISSO?

Programar é basicamente criar comandos para que computadores os processem. É por meio dela que são criados todos os softwares utilizados em computadores, jogos de videogame e aplicativos para celular.

Alguns movimentos defendem que seja ensinada nas escolas tanto porque envolve habilidades de lógica quanto porque ela possibilita entender como são construídos os objetos aos quais todos nós temos acesso o tempo inteiro. A iniciativa é apoiada por grandes nomes da indústria de computação, como Bill Gates e Mark Zuckerberg.

No Brasil, não existem indicações oficiais que determinem o ensino ou não dessas habilidades. Portanto, cabe a cada escola optar por abordar o tema ou não, de acordo com seu projeto pedagógico.


TAGS: ,

Deixe um comentário

Conheça a Superbusca, o Google da Educação

| Dica de site
Superbusca da Educação

Superbusca da Educação

É difícil imaginar a vida sem Google, né? Usamos tanto o dito cujo que aprendemos até macetes de como se virar bem com ele. Agora, imagine uma ferramenta criada para quem precisa encontrar material qualificado e relevante sobre o ensino. Pois ela já existe e se chama Superbusca da Educação :O

Funciona assim: a equipe do Gente que Educa faz uma curadoria de conteúdo, selecionando os melhores sites. Com base nas palavras-chave inseridas pelo usuário, a Superbusca vasculha essa lista utilizando o potente motor de pesquisa do Google. Já são mais de mil endereços. Estão lá as páginas de todas as universidades públicas do país; os portais do Ministério da Educação (MEC), das Secretarias Estaduais da Educação e de todas as capitais brasileiras; 30 revistas acadêmicas renomadas; publicações sobre Educação e áreas afins; instituições do terceiro setor e muito mais. E você ainda pode indicar para a curadoria outros sites que não estão lá, clicando aqui.

Ao procurar o termo “jogos” , por exemplo, a Superbusca traz uma série de atividades lúdicas que você pode trabalhar com a turma. Nas páginas seguintes, aparecem trabalhos acadêmicos que estudam as brincadeiras na Educação, como um artigo que aborda a questão a partir da Teoria Crítica. Já no Google, a palavra-chave é entendida pelo algoritmo de maneira muito mais ampla, trazendo resultados que pouco têm a ver com a sala de aula.

O mesmo acontece com “contos” . O Google traz 23 milhões de resultados, na maior parte irrelevante para quem trabalha com Educação (a primeira página, por exemplo, só traz textos de teor erótico). Já a Superbusca devolve mais de 28 milhões de links com estudos acadêmicos, planos de aula e até páginas com diversas obras disponíveis para download, como textos de James Joyce. Já na pesquisa por “EJA” , encontramos os cadernos de Educação de Jovens e Adultos do MEC, que traz diversas orientações sobre o perfil dos alunos desse segmento e como os educadores contribuir para o ensino deles. São ao todo cinco cadernos, que vale a pena conferir! Dê uma olhada no Caderno 1 .

Pesquisando pelo tema “língua estrangeira”, achamos artigos interessantes, como Práticas de Tradução para Aula de Língua Estrangeira  e A Linguagem de Sala de Aula na Formação do Professor de Língua Estrangeira na Superbusca. Outro bom exemplo é a expressão “avaliação escolar”.  Foram localizados artigos sobre o tema que não estavam nas primeiras páginas do Google, como Avaliação do Rendimento Escolar: Estudos e Concepção.

E ai, gostou? O Gente que Educa e a Superbusca da Educação foram desenvolvidos com o intuito de unir a teoria e a prática para contribuir com a formação de educadores de todo o Brasil. Vem conhecer a nova ferramenta e Conte para gente o que achou!


TAGS: ,

Deixe um comentário

Enquete: os leitores opinam sobre tecnologia

Dificuldade de acesso ao computador é entrave em escolas brasileiras | Crédito: Vilmar Oliveira

Há duas semanas, mostramos aqui no blog os resultados da TIC Educação, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI). O estudo indicou que a maioria das escolas públicas do país tem computador e acesso à internet, mas eles continuam fora do alcance da comunidade escolar ou, na melhor das hipóteses, restritos aos laboratórios de informática. Pensando nisso, questionamos: onde estão as máquinas de sua escola? Nossa enquete foi respondida por 141 pessoas e os dados reproduzem o que foi encontrado na pesquisa: 36% dos participantes disse que os computadores estão no laboratório, mas há pouco incentivo para usá-los. Chama atenção também o número de docentes que admite: as máquinas ficam trancadas em uma sala a que ninguém tem acesso (17%). Felizmente, porém, logo em seguida vêm os que garantem que eles são usados de forma adequada (16%).  Nesses casos, um profissional é responsável por propor atividades diversificadas, como a produção de jornais, blogs e vídeos, em colaboração com o professor titular da turma. Os demais respondentes disseram que as máquinas estão no laboratório e um monitor é responsável por ensinar a usar programas e aplicativos (14%), que levam seus notebooks à sala (8%), que há máquinas disponíveis em classe (quase 8%) e, por fim, que os alunos têm laptops e os levam para onde forem (menos de 1%).


TAGS: ,

Deixe um comentário

Top 10: conteúdos em destaque do Gente que Educa

| Dica de site, dicas
Reprodução da timeline do site Gente que Educa

Reprodução da timeline do site Gente que Educa

Nosso misto de site e rede social, o Gente que Educa acaba de completar 1 mês de atividades. Já são mais de 15.500 usuários, 90 grupos de discussão, 720 planos criados pelos educadores e muita troca entre os participantes, professores, gestores, estudantes interessados em compartilhar conhecimentos sobre Educação.

Veja o que é assunto por lá agora:

- A educadora Agueda Correia publicou o plano de aula “Caixa de Histórias”, com sua estratégia para a leitura na pré-escola;

- No Coordenação Pedagógica, Camila Micheletti quer saber: “as escolas de vocês possuem alguma política em relação ao uso do Facebook pelos professores? Existe este documento formalizado?”;

- A professora Bárbara Nóbrega postou uma dica de vídeo muito interessante em seu grupo Competências Socioemocionais – Educação para o Século 21.

- Liana Salgado de Campos recomendou um vídeo bacana no Tecnologias da Comunicação e Informação aplicadas à Educação. Os integrantes estão trocando referências entre si;

- Fabiola Anizeu publicou um plano de aula para trabalhar Matemática no 1º ano do Ensino Fundamental. A ideia é organizar um bazar de livros. Veja só!

- Marcos Santos Mourão, o Marcola, professor da Escola da Vila, e São Paulo e nosso colaborador de longa data, está começando os trabalhos no grupo “O lúdico como prática corporal”. O primeiro texto já está disponível para leitura. Participe!

- Rita Mara Pires pede ajuda: “Preciso de indicações de livros de literatura infanto-juvenil, pois recebemos uma verba na escola para aquisição de novos livros”. E aí, alguma sugestão? Acesse o post dela e escreva nos comentários!

- O grupo Mídias Digitais na Educação, liderado por Jorge Cesar Barbosa Coelho, está discutindo um vídeo sobre a startup Fábrica de Aplicativos.

- O tutorial completo de grupos tem várias dicas para reunir pessoas e debater os temas mais relevantes da Educação! Quer criar um? Mãos à obra!

- Katia Maria Thomazetti Csorgo Henriques está compartilhando sua experiência no blog da CEI em que atua.

Ficou interessado? Então acesse www.gentequeeduca.org.br e faça parte da mais nova comunidade de educadores do Brasil! ;)

 Conteúdo relacionado: “Novo site permite troca de informações entre educadores” 

 

 

 

 


TAGS: ,

Deixe um comentário

Os computadores estão fora do alcance de alunos e professores na maioria das escolas. Como é na sua?

| Notícias, pesquisas e cursos
Dificuldade de acesso ao computador é entrave em escolas brasileiras | Crédito: Vilmar Oliveira

Dificuldade de acesso ao computador é entrave em escolas brasileiras

A velha imagem das máquinas trancadas na sala do diretor não combina com a Educação deste século.  Mas ainda é verdadeira… A maioria das escolas públicas do país tem computador e acesso à internet, mas eles continuam fora do alcance da comunidade escolar ou, na melhor das hipóteses, restritos aos laboratórios de informática (85%). É o que mostra a pesquisa TIC Educação, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI), divulgada na última segunda-feira (10). O estudo ouviu estudantes, professores e diretores de 1.125 instituições em áreas urbanas no país. Em 30% das unidades escolares, o uso do computador ocorre prioritariamente na sala de aula, mas por esforço dos educadores, que levam seu próprio equipamento a esses espaços. A velocidade das conexões também é um empecilho. Segundo o estudo, 17% das escolas tem conexão inferior a 1 megabit por segundo – bem abaixo do mínimo previsto Programa Banda Larga nas Escolas (2megabits por segundo). Além disso, há muitas disparidades regionais. O acesso à internet é universal nas escolas do Sul e do Sudeste, mas atinge 86% dos estabelecimentos do Norte e Nordeste. O Nordeste e o Centro-Oeste também concentram as conexões mais lentas. Pensando nos dados da pesquisa, queremos saber: onde estão os computadores de sua escola? Responda a nossa enquete e deixe seu depoimento na caixa de comentários!


TAGS: , , , ,

Deixe um comentário

Conheça os aplicativos em que a garotada anda compartilhando selfies e muito mais

| dicas
Aplicativos como o Snapchat são usados pelos jovens para compartilhar selfies e outros conteúdos  Crédito: Shutterstock

Aplicativos como o Snapchat são usados pelos jovens para compartilhar selfies e outros conteúdos

Os ambientes digitais são espaços de convivência para os jovens e, por isso, parte dos relacionamentos deles – por mais que a gente, adulto, ache que eles se expõem demais no mundo virtual. Dados de uma pesquisa realizada pela ong Safernet com crianças e adolescentes de 9 a 17 anos comprovam essa afirmação: o estudo mostrou que 59% divulga fotos nas redes sociais e 32% se sente mais livre quando anônimo na Internet. Os números explicam a popularidade de aplicativos de troca de informações, nem sempre usados pela garotada da maneira mais adequada. O primeiro passo para orientar os estudantes é manter-se bem informado e conhecer as ferramentas mais utilizadas. O que, afinal, eles estão usando para compartilhar informações?

Um dos apps mais polêmicos do momento é o Secret, que foi lançado em janeiro e, desde então, vem bombando nas redes sociais. Ele permite dividir frases e fotos sem se identificar. Graças ao anonimato, os usuários se sentem à vontade para partilhar confidências e imagens íntimas. É possível comentar os conteúdos de outros usuários, também anonimamente. Os itens mais curtidos ficam em evidência. Tudo pode ser publicado no Twitter, no Facebook e enviado por e-mail ou SMS – nesse caso, quem divulga é identificado. Como em outras redes sociais de compartilhamento de dados, dá para seguir postagens de todo o mundo. Em vez de mostrar quem escreveu o texto ou publicou a foto, aparece o país ou o estado dos Estados Unidos em que a pessoa está. Outra função permite criar comunidades, de uma escola ou de um grupo pequeno de amigos, por exemplo. Um verdadeiro perigo, se for usado de maneira irresponsável, já que pode aumentar as possiblidades de cyberbullying. Outros aplicativos, como Whisper e o PostSecret, têm funcionalidades semelhantes.

Outro programa queridinho dos jovens é o Snapchat. Pergunte para eles quais os mais usados por eles e certamente este aqui será lembrado nas respostas. Trata-se de um aplicativo que envia fotos que duram apenas alguns segundos. Por conta disso, ele é usado principalmente para publicar conteúdos íntimos. E aí é que está o problema. Embora as imagens desapareçam rapidamente, o que dá uma certa sensação de segurança, elas podem ser copiadas, com print screen, e, em seguida, compartilhadas por outras pessoas. Além disso, podem ser vazadas por hackers. Foi o que aconteceu em outubro deste ano, quando mais de 200 mil fotografias enviadas pelo app foram divulgadas. Em sua última atualização, ele ganhou novas funções, como a possibilidade de conversar com amigos por texto e vídeo em tempo real — como já ocorre em outros mensageiros instantâneos. Os jovens que usam o serviço foram à loucura com a novidade, aderindo maciçamente a elas. E os professores também. A norte-americana Tracie Schroeder desabafou em sua conta no Twitter: “Em 16 anos lecionando, eu não posso pensar em nada que tenha atrapalhado mais a sala de aula do que a atualização do Snapchat!”.

Mais conhecidos pelos adultos, o WhatsApp e o Instagram também permitem compartilhar dados e/ou imagens e podem gerar tantos problemas como os demais, pois os dados disponíveis nessas redes podem ser reproduzidos e utilizados em outros contextos.

Agora que você já conhece os aplicativos de maior sucesso entre os estudantes, iniciar uma conversa é o primeiro passo para ajudá-los a refletir sobre o que conteúdos, deles próprios ou de outros colegas, podem ser compartilhados. “É verdadeiro? É útil? É necessário? Pode fazer mal a alguém?” são perguntas que vem a calhar na hora de ensiná-los sobre o que divulgar no mundo virtual. Assim, eles pensam sobre os desdobramentos de suas ações e passam a usar os aplicativos de forma mais responsável.


TAGS: , , , ,

Deixe um comentário