Top 10: conteúdos em destaque do Gente que Educa

| Dica de site, dicas
Reprodução da timeline do site Gente que Educa

Reprodução da timeline do site Gente que Educa

Nosso misto de site e rede social, o Gente que Educa acaba de completar 1 mês de atividades. Já são mais de 15.500 usuários, 90 grupos de discussão, 720 planos criados pelos educadores e muita troca entre os participantes, professores, gestores, estudantes interessados em compartilhar conhecimentos sobre Educação.

Veja o que é assunto por lá agora:

- A educadora Agueda Correia publicou o plano de aula “Caixa de Histórias”, com sua estratégia para a leitura na pré-escola;

- No Coordenação Pedagógica, Camila Micheletti quer saber: “as escolas de vocês possuem alguma política em relação ao uso do Facebook pelos professores? Existe este documento formalizado?”;

- A professora Bárbara Nóbrega postou uma dica de vídeo muito interessante em seu grupo Competências Socioemocionais – Educação para o Século 21.

- Liana Salgado de Campos recomendou um vídeo bacana no Tecnologias da Comunicação e Informação aplicadas à Educação. Os integrantes estão trocando referências entre si;

- Fabiola Anizeu publicou um plano de aula para trabalhar Matemática no 1º ano do Ensino Fundamental. A ideia é organizar um bazar de livros. Veja só!

- Marcos Santos Mourão, o Marcola, professor da Escola da Vila, e São Paulo e nosso colaborador de longa data, está começando os trabalhos no grupo “O lúdico como prática corporal”. O primeiro texto já está disponível para leitura. Participe!

- Rita Mara Pires pede ajuda: “Preciso de indicações de livros de literatura infanto-juvenil, pois recebemos uma verba na escola para aquisição de novos livros”. E aí, alguma sugestão? Acesse o post dela e escreva nos comentários!

- O grupo Mídias Digitais na Educação, liderado por Jorge Cesar Barbosa Coelho, está discutindo um vídeo sobre a startup Fábrica de Aplicativos.

- O tutorial completo de grupos tem várias dicas para reunir pessoas e debater os temas mais relevantes da Educação! Quer criar um? Mãos à obra!

- Katia Maria Thomazetti Csorgo Henriques está compartilhando sua experiência no blog da CEI em que atua.

Ficou interessado? Então acesse www.gentequeeduca.org.br e faça parte da mais nova comunidade de educadores do Brasil! ;)

 Conteúdo relacionado: “Novo site permite troca de informações entre educadores” 

 

 

 

 


TAGS: ,

Deixe um comentário

Os computadores estão fora do alcance de alunos e professores na maioria das escolas. Como é na sua?

| Notícias, pesquisas e cursos
Dificuldade de acesso ao computador é entrave em escolas brasileiras | Crédito: Vilmar Oliveira

Dificuldade de acesso ao computador é entrave em escolas brasileiras

A velha imagem das máquinas trancadas na sala do diretor não combina com a Educação deste século.  Mas ainda é verdadeira… A maioria das escolas públicas do país tem computador e acesso à internet, mas eles continuam fora do alcance da comunidade escolar ou, na melhor das hipóteses, restritos aos laboratórios de informática (85%). É o que mostra a pesquisa TIC Educação, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI), divulgada na última segunda-feira (10). O estudo ouviu estudantes, professores e diretores de 1.125 instituições em áreas urbanas no país. Em 30% das unidades escolares, o uso do computador ocorre prioritariamente na sala de aula, mas por esforço dos educadores, que levam seu próprio equipamento a esses espaços. A velocidade das conexões também é um empecilho. Segundo o estudo, 17% das escolas tem conexão inferior a 1 megabit por segundo – bem abaixo do mínimo previsto Programa Banda Larga nas Escolas (2megabits por segundo). Além disso, há muitas disparidades regionais. O acesso à internet é universal nas escolas do Sul e do Sudeste, mas atinge 86% dos estabelecimentos do Norte e Nordeste. O Nordeste e o Centro-Oeste também concentram as conexões mais lentas. Pensando nos dados da pesquisa, queremos saber: onde estão os computadores de sua escola? Responda a nossa enquete e deixe seu depoimento na caixa de comentários!


TAGS: , , , ,

Deixe um comentário

Conheça os aplicativos em que a garotada anda compartilhando selfies e muito mais

| dicas
Aplicativos como o Snapchat são usados pelos jovens para compartilhar selfies e outros conteúdos  Crédito: Shutterstock

Aplicativos como o Snapchat são usados pelos jovens para compartilhar selfies e outros conteúdos

Os ambientes digitais são espaços de convivência para os jovens e, por isso, parte dos relacionamentos deles – por mais que a gente, adulto, ache que eles se expõem demais no mundo virtual. Dados de uma pesquisa realizada pela ong Safernet com crianças e adolescentes de 9 a 17 anos comprovam essa afirmação: o estudo mostrou que 59% divulga fotos nas redes sociais e 32% se sente mais livre quando anônimo na Internet. Os números explicam a popularidade de aplicativos de troca de informações, nem sempre usados pela garotada da maneira mais adequada. O primeiro passo para orientar os estudantes é manter-se bem informado e conhecer as ferramentas mais utilizadas. O que, afinal, eles estão usando para compartilhar informações?

Um dos apps mais polêmicos do momento é o Secret, que foi lançado em janeiro e, desde então, vem bombando nas redes sociais. Ele permite dividir frases e fotos sem se identificar. Graças ao anonimato, os usuários se sentem à vontade para partilhar confidências e imagens íntimas. É possível comentar os conteúdos de outros usuários, também anonimamente. Os itens mais curtidos ficam em evidência. Tudo pode ser publicado no Twitter, no Facebook e enviado por e-mail ou SMS – nesse caso, quem divulga é identificado. Como em outras redes sociais de compartilhamento de dados, dá para seguir postagens de todo o mundo. Em vez de mostrar quem escreveu o texto ou publicou a foto, aparece o país ou o estado dos Estados Unidos em que a pessoa está. Outra função permite criar comunidades, de uma escola ou de um grupo pequeno de amigos, por exemplo. Um verdadeiro perigo, se for usado de maneira irresponsável, já que pode aumentar as possiblidades de cyberbullying. Outros aplicativos, como Whisper e o PostSecret, têm funcionalidades semelhantes.

Outro programa queridinho dos jovens é o Snapchat. Pergunte para eles quais os mais usados por eles e certamente este aqui será lembrado nas respostas. Trata-se de um aplicativo que envia fotos que duram apenas alguns segundos. Por conta disso, ele é usado principalmente para publicar conteúdos íntimos. E aí é que está o problema. Embora as imagens desapareçam rapidamente, o que dá uma certa sensação de segurança, elas podem ser copiadas, com print screen, e, em seguida, compartilhadas por outras pessoas. Além disso, podem ser vazadas por hackers. Foi o que aconteceu em outubro deste ano, quando mais de 200 mil fotografias enviadas pelo app foram divulgadas. Em sua última atualização, ele ganhou novas funções, como a possibilidade de conversar com amigos por texto e vídeo em tempo real — como já ocorre em outros mensageiros instantâneos. Os jovens que usam o serviço foram à loucura com a novidade, aderindo maciçamente a elas. E os professores também. A norte-americana Tracie Schroeder desabafou em sua conta no Twitter: “Em 16 anos lecionando, eu não posso pensar em nada que tenha atrapalhado mais a sala de aula do que a atualização do Snapchat!”.

Mais conhecidos pelos adultos, o WhatsApp e o Instagram também permitem compartilhar dados e/ou imagens e podem gerar tantos problemas como os demais, pois os dados disponíveis nessas redes podem ser reproduzidos e utilizados em outros contextos.

Agora que você já conhece os aplicativos de maior sucesso entre os estudantes, iniciar uma conversa é o primeiro passo para ajudá-los a refletir sobre o que conteúdos, deles próprios ou de outros colegas, podem ser compartilhados. “É verdadeiro? É útil? É necessário? Pode fazer mal a alguém?” são perguntas que vem a calhar na hora de ensiná-los sobre o que divulgar no mundo virtual. Assim, eles pensam sobre os desdobramentos de suas ações e passam a usar os aplicativos de forma mais responsável.


TAGS: , , , ,

Deixe um comentário

4 ferramentas gratuitas para fazer e-books

| Computador, Dica de aplicativo, Tablet
Como criar um ebook

Ferramentas gratuitas ajudam a publicar e-books

E-book é uma abreviação de origem inglesa para electronic book, ou seja, “livro eletrônico”. Esse tipo de publicação tem diferentes formatos (.pdf, .epub, .doc, .odt, .txt etc) e pode ser lido por diversos programas que funcionam no computador, no tablet e no celular, ou ainda, em dispositivos específicos, como o Kindle e o Kobo, os chamados “eReaders” (abreviação de electronic readers ou leitores eletrônicos). Para os professores, o e-book pode ser um recurso interessante para compartilhar mais facilmente o trabalho da garotada com a família e a comunidade escolar. Foi o que fez a professora Ana Cláudia Santos, uma das vencedoras do Prêmio Educador Nota 10 em 2014. Ela desenvolveu um trabalho sobre contos populares com alunos do 6º ano da EE Padre Paulo, em Santo Antônio do Monte, Minas Gerais, usando a tecnologia flippage, que permite transformar arquivos PDF em publicações digitais. “Não teríamos dinheiro suficiente para fazer um livro e a tendência do momento é que eles sejam digitalizados. Assim, faríamos economia e, principalmente, poderíamos divulgar nossos textos e o talento de cada um”, diz a docente. Veja o vídeo abaixo:

Inspirados pelo projeto de Ana Cláudia, reunimos algumas ferramentas gratuitas semelhantes a que ela usou para você criar seu próprio e-book com a turma. Confira:

Livros Digitais

Página da plataforma Livros Digitais  | Crédito: Reprodução A plataforma gratuita desenvolvida no Instituto Paramitas, em português, é inteiramente online, ou seja, não é necessário baixar e instalar um programa em seu computador, apenas fazer um cadastro para ter acesso à área de criação e publicação. Com uma interface intuitiva, é possível escolher capa, fundo e layout da página a partir de modelos prontos. Você pode publicar o arquivo na web (a obra fica disponível em um endereço online para compartilhar com quem quiser), salvar em HTML (para utilizar um servidor próprio) ou ainda no formato .pdf (para impressão e compartilhamento via email, por exemplo).

Acesse: http://www.livrosdigitais.org.br/

Papyrus

 Plataforma Papyrus | Crédito: Reprodução

A ferramenta também é inteiramente online, disponível em português e fácil de usar. Basta um cadastro para iniciar a criação dos e-books. É possível escolher um estilo partir de uma lista de modelos de capa e tipos de fonte pré-definidos e personalizá-lo de acordo com suas necessidades. Também dá para inserir imagens e links, além de texto, claro. Há uma funcionalidade para importar textos e imagens a partir de uma URL, o que permite, entre outras coisas, transformar um blog em livro. Ao clicar em “publicar”, a obra fica disponível em uma URL que pode ser compartilhada com qualquer pessoa. Além disso, a plataforma oferece diferentes formas de disponibilizar o material para download nos formatos .pdf, .epub e kindle: gratuitamente, com pagamento social (ou seja, é preciso compartilhar um post de divulgação nas redes sociais para ter acesso ao download) ou em dinheiro (disponível apenas para assinantes do plano profissional).

Acesse: http://papyruseditor.com/pt/

My ebook maker

Plataforma My Ebook Maker  | Crédito: Reprodução

É uma ferramenta online e gratuita para criação de ebooks no formato .epub. Após o cadastro, o usuário começa fazendo a capa (com título, autor e uma imagem, se quiser) e depois produz cada capítulo em uma página diferente, que possui um jeitão parecido com o Word. Diferente das outros sites semelhantes, a obra não fica disponível online e deve ser baixada para compartilhamento. O único formato possível para download é o .epub, considerado formato “universal” dos leitores de livros digitais.  

Acesse: http://www.myebookmaker.com/

Book builder

Página da Plataforma Bookbuilder | Crédito: Reprodução

Disponível em várias línguas, incluindo o português de Portugal, ele é voltado especificamente para professores e possui diferentes recursos pedagógicos, inclusive para alunos com deficiência. Apesar de ter um visual um pouco mais antigo e ser meio lento, a plataforma é intuitiva e tem funcionalidades interativas: todo livro pode ter um glossário atrelado a ele; o conteúdo pode ser composto por textos, imagens, áudios e links; um recurso de áudio permite que todo o texto possa ser “lido em voz alta” a partir de um clique; e ainda é possível incluir os chamados “assistentes”: são diferentes personagens com a função de apoiar o leitor. O professor define um nome, uma figura e uma voz (masculina ou feminina) e atribui um texto para ele em cada página do livro. Quando o leitor clica no assistente, o texto escrito é enunciado pela voz escolhida. As obras criadas ficam disponíveis para leitura online, download e impressão, e o professor pode optar por publicá-las na Biblioteca Pública, um banco de dados acessível a todos.

Acesse: http://bookbuilder.cast.org/

Veja também: 8 sites para encontrar e-books que valem a pena


TAGS: , , , , ,

14 Comentários

#hashtags #comousar

| Sem categoria


Você já ouvir falar em hashtags? Elas são termos relevantes destacados em uma postagem ou discussão, que são usados para indexar uma ou mais informações de forma explícita nas redes sociais. O uso mais comum das hashtags é no microblog Twitter, mas elas podem ser utilizadas no Facebook, Instagram, Pinterest, entre outros, também. Elas são, resumindo, uma maneira simples de categorizar um assunto com o objetivo de encontrá-lo mais facilmente depois.

Normalmente, as hashtags são compostas pela palavra-chave, termo específico ou até mesmo uma frase sem acentuação e sem espaços, antecedida pelo símbolo # (cerquilha), por exemplo: #novaescola, #GestaoEscolar e #BlogDeTecnologia. Nas redes sociais, e em alguns sites, as hashtags se transformam em links em que os internautas podem clicar ou usar direto na busca (google) para encontrar todas as informações onde ela foi usada. Por exemplo, anteontem, dia 20/10, usamos ‪#‎educadornota10 para divulgar os acontecimentos do Prêmio Educador Nota 10 nas redes sociais, categorizando todos os posts, fotos, e tweets com essa hashtag.

As hashtags são usadas para categorizar um tema, como já falamos acima, mas muita gente se confunde e as usa para destacar individualmente alguns elementos do texto ou foto. Em excesso, isso acaba dificultando a leitura da informação. Por isso, vale ficar atento para evitar o uso abusivo desse recurso!

Você costuma usar hashtags? Conte para gente!


TAGS: , ,

1 Comentário

Novo site permite troca de informações entre educadores

| Dica de site

Site Gente que Educa permite troca de informações entre educadores

“A complexidade do trabalho escolar exige o desenvolvimento de equipes pedagógicas colaborativas. A competência coletiva é mais do que a somatória das competências individuais – é a necessidade de uma nova profissionalidade docente.” Essa frase do Antonio Nóvoa, catedrático da Universidade de Lisboa, aponta para um desafio e uma saída. O desafio, que você, educador, vivencia na pele diariamente, é que ser professor ou gestor é difícil, complexo, uma tarefa que exige formação consistente. A saída é que essa trajetória de formação, hoje em dia, não é mais um percurso solitário. Para dar conta da complexidade da tarefa de educar hoje em dia, é preciso trabalhar junto, colaborativamente.

Nós, da Fundação Victor Civita, que publica as revistas e sites de Nova Escola e Gestão Escolar, passamos boa parte deste ano preparando uma grande novidade que tem muito a ver com essa ideia. Chegou a hora de mostrá-la, com muita alegria, agora, na semana do professor: o site Gente que Educa. O endereço é bem simples (www.gentequeeduca.org.br). Para usar todos os recursos que ele oferece, você precisa apenas preencher um cadastro, criando login e senha. É gratuito, vale lembrar. Ele é colaborativo e funciona como uma rede social, mas é muito mais do que isso. No Gente que Educa, você vai encontrar:

  • Uma ampla comunidade de educadores de todo o Brasil para interação profissional
  • Página de notícias personalizada com as notícias mais importantes para você (igual a redes como Facebook, Twitter e LinkedIn).
  • Uma agenda colaborativa de eventos, em que você confere, compartilha e adiciona seminários, cursos e concursos que possam interessar educadores de todo o país. A área de planos de aula de NOVA ESCOLA, que desde agosto está aberta para você subir seus próprios planos ou adaptar os planos do nosso acervo. Ela é um sucesso: em apenas dois meses, já são seis mil professores cadastrados e mais de 300 planos criados ou adaptados.
  •  A Superbusca da Educação, que é um Google da Educação, em que você encontra apenas os recursos mais confiáveis para a sua aula, estudo ou pesquisa.
  •  Grupos de estudo e de discussão, liderados por especialistas e por Educadores Nota 10.O grande destaque do lançamento são os grupos de estudo e discussão. É algo inédito e muito bacana: é a chance de entrar em contato com referências em diversas disciplinas e áreas de atuação na Educação, trocar ideias e aprender muito. Os grupos de discussão são livres e podem ser criados por qualquer educador – inclusive você, sobre o tema que você escolher. Eles são liderados por especialistas, têm uma duração determinada e um programa mais fixo, que inclui bibliografia indicada, vídeos e recursos multimídia para a reflexão que o mediador propuser. Agora no lançamento, já temos grupos de estudo muito bacanas que queremos apresentar para você:
  • Mídias Digitais na Educação, liderado pelo Educador Nota 10 Jorge Cesar Barboza Coelho. O grupo busca discutir possibilidades emprego das tecnologias digitais na educação.
  • O ensino de geometria nos anos iniciais, proposto pela Educadora Nota 10 Andréia Silva Brito. A Andréia já publicou até a ementa e o cronograma de estudos coletivos.
  • O lúdico como prática corporal, coordenado pelo selecionador do Prêmio Educador Nota 10 Marcos Santos Mourão, o Marcola, professor de Educação Física da Escola da Vila, em São Paulo. Marcola pretende discutir jogos na Educação e as intervenções indispensáveis do professor que quer utilizá-los com a turma.
  • Educação empreendedora, com o educador Fernando Dulinski. O desafio que o Fernando propõe é debater os conceitos e práticas dessa área inovadora e discutir como aplicá-la em um ambiente educacional tradicional.

E aí, curtiu? A gente te convida a embarcar conosco nesse novo ambiente e apontar suas dúvidas, críticas e sugestões. Vamos juntos. Somos Gente que Educa.


TAGS: , , ,

Deixe um comentário

Apoio online para a Educação integral

| Dica de site

Implantar o tempo integral na escola não é uma tarefa simples. As revistas NOVA ESCOLA e GESTÃO ESCOLAR já fizeram várias reportagens discutindo os desafios de professores e gestores que atuam nesse contexto. Confira dois textos aqui  e aqui. Abaixo, selecionamos dois sites que podem ajudar quem está nesse processo.

A primeira dica é o Centro de Referências em Educação Integral, criado por várias organizações governamentais e não governamentais. Com áreas voltadas para a comunidade, a escola e a gestão pública, o site reúne inúmeros textos e vídeos não só sobre a organização do tempo e das atividades, mas também sobre a concepção de Educação integral (assista ao vídeo sobre esse tema aqui).

Perguntas sobre como mobilizar a comunidade, o papel dos professores e da equipe gestora e o mapeamento de potenciais educativos, entre outros assuntos, geram materiais reflexivos, com as orientações de especialistas e passo a passos. Confira, por exemplo, as indicações sobre a importância do envolvimento da família nesse tipo de ensino.

Caso você esteja em busca de uma ajuda mais prática para definir as atividades a serem realizadas com as crianças e os adolescentes, visite também o banco de oficinas, da Fundação Itaú Social. As propostas incluem as áreas de arte e cultura, circulação na cidade, esportes, jogos e brincadeiras, leitura e escrita, saúde e meio ambiente e tecnologias digitais.

Uma das sugestões mais acessadas é a oficina “Brincadeiras cantadas”. Ela proporciona que as crianças compartilhem os jogos que praticam com os colegas. Outra atividade interessante, para realizar no computador, é “Somos invisíveis na internet?”. Voltada para adolescentes e jovens, ela colabora para que eles reflitam sobre o uso da rede com segurança e a coerência entre as ações que praticam na vida cotidiana e no mundo virtual.

E você, conhece outros sites que podem colaborar com o trabalho de quem atua em escolas de tempo integral e com a reflexão sobre a Educação integral? Compartilhe abaixo, nos comentários.


TAGS: ,

Deixe um comentário

Cinco atividades cotidianas transformadas pela tecnologia

| Notícias, pesquisas e cursos
Jovem conecta fone de ouvido a seu smartphone

A tecnologia transformou nossas atividades cotidianas

Você já parou para pensar que o mundo funcionava de maneira completamente diferente há duas décadas? Quem trabalha em escolas percebe  isso melhor do que ninguém: os aparelhos de walkman e discman sumiram e deram lugar primeiro a tocadores de MP3 e, depois, a smartphones. Mais dois exemplos: as novelas passaram a pautar cada vez menos os bate-papos e o silêncio na sala de aula definitivamente não é mais sinal de que os alunos estão prestando atenção.

Essas mudanças aconteceram rapidamente e segui-las nem sempre é tão fácil quanto parece. Listamos abaixo cinco atividades que foram profundamente alteradas. Vem ver!

Bater papo
Desde os longínquos tempos em que o MSN Messenger era uma febre, comunicar-se com seus amigos, parentes e colegas de trabalho não é mais a mesma coisa. Não apenas porque as pessoas passaram a estar disponíveis 24 horas por dia, mas também porque o ato de conversar parece nunca se esgotar. Assuntos iniciados pela manhã, por exemplo, podem ser retomados e discutidos o dia inteiro, paralelamente a outras tarefas, por meio do Gtalk, Whatsapp e mensagens de texto de celular.

Assistir filmes e programas de TV
Era uma vez o mundo em que as pessoas precisavam esperar o horário do seu programa favorito para assisti-lo na TV. O Youtube foi um dos primeiros serviços a romper com essa lógica, ao possibilitar que uma infinidade de vídeos sejam acessados quando o usuário quiser. Hoje, outros se inspiram nesse sistema. O mais famoso é o Netflix, que cobra uma assinatura mensal para que os usuários tenham acesso ilimitado a diversos filmes e seriados.

Ouvir música
A invenção do iPod, no início do século 20, começou a alterar a maneira como consumimos músicas. Primeiro, a febre dos downloads – legais e ilegais – tornaram os CDs objeto dispensável. Hoje, os chamados serviços de streaming são a tendência: eles oferecem a possibilidade de ouvir música de graça em troca de algumas propagandas. Ao pagar uma assinatura mensal, você se livra dos anúncios. Os mais conhecidos são o Spotify e o Rdio.

Locomover-se pela cidade
Ir de um lugar a outro – principalmente em cidades grandes – já foi bem mais difícil. Mapas, guias de ruas e, é claro, a ajuda das pessoas que passam na rua têm se tornado cada vez mais dispensáveis com a ajuda de diversos serviços e aparelhos. Os mais úteis são os aplicativos para celular: além do Google Maps, que mostra os melhores caminhos, há também serviços como o Waze, com informações sobre trânsito, e o Cadê o ônibus? e BRS Rio, que mostram a localização exata dos ônibus na capital paulista e no Rio de Janeiro, respectivamente.

Ler
Folhear o jornal todos os dias pela manhã. Ler um livro antes de ir para a cama. Hábitos como esses quase não existem mais. A atualização das notícias se dá pela linha do tempo do Twitter e do Facebook, além do uso de aplicativos destinados exclusivamente a isso, como o Flipboard. Além disso, descobrir livros novos ficou mais fácil com sites como o Goodreads (apenas em inglês).

Você consegue pensar em alguma outra atividade que mudou nos últimos anos? E os sites listados neste post, você já os conhecia? Já os utilizou? Compartilhe com a gente nos comentários!


TAGS: , , , , , , , , , , , ,

Deixe um comentário

Um tipo de letra para cada trabalho

| Dica de site

Onde encontrar e como usar fontes gratuitas na internet

Como já dissemos antes aqui no blog, cada tipo de letra tem sua personalidade. Portanto, a escolha de uma fonte pode ajudar na comunicação e deixar seu trabalho mais atraente.

Para textos informativos, o ideal é não arriscar muito, pois o importante aqui é a clareza e o conforto da leitura. Fontes serifadas (com aqueles tracinhos nas extremidades das letras, como a Times, Georgia etc) e sem serifas (como a Arial, Helvética etc) são a melhor opção.

Mas na hora de criar um título ou uma marca para a sua apresentação, blog, jornal, cartaz, capa de livro ou qualquer outro tipo de material, sempre vai existir um tipo de letra que combina bem com o tema abordado e vai dar um toque final ao seu trabalho ou dos seus alunos. Um exemplo clássico é utilizar uma fonte gótica na capa de um trabalho sobre a Idade Média.

É muito fácil encontrar sites que oferecem fontes gratuitas (é só digitar “fontes grátis” no Google…) e também é muito simples baixar e instalar no seu computador os tipos que você escolher.

Um dos primeiros sites que deve aparecer na sua busca é o Dafont. Lá você encontra fontes manuscritas, góticas, estrangeiras, temáticas e também fontes do tipo dingbats (onde cada letra corresponde a um desenho), que podem ser usadas como ícones para ilustrar o seu projeto.

As fontes são oferecidas para baixar em arquivos .ZIP, que devem ser descompactados após o download, dando um duplo clique sobre eles. E para fazer a instalação da fonte no Windows, basta dar dois cliques novamente sobre o arquivo e logo vai aparecer a opção “instalar”. Pronto! Agora é só abrir o programa que você usa para fazer seus trabalhos (Word, PowerPoint etc) e conferir se a sua nova fonte instalada aparece entre as opções.

Para quem já é um pouco mais familiarizado com os recursos da internet, outro site bem bacana é o Google Fonts. Lá, as fontes também podem ser baixadas, mas para quem quiser usá-las em blogs, sites e outras aplicações para web isso nem é necessário, pois o site oferece a opção de incorporá-las online (embedar) no seu trabalho.

Tipografia não é só coisa de designer, experimente você também!


TAGS: , , ,

4 Comentários

Conheça softwares de educação inclusiva

| Computador, Dica de aplicativo, Dica de site

Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram softwares educacionais que prometem auxiliar na educação de jovens e adultos com deficiência intelectual. Apesar de os programas ainda estarem em configuração primária, podem ser extremamente úteis aos educadores que encontram dificuldades no seu dia a dia.

Ao todo são três softwares educacionais lançados pelo Projeto Participar. Aproximar é voltado para o ensino de gestos sociais para autistas, Participar para a alfabetização e Somar para o uso social da Matemática, como o uso de calculadora, de células monetárias e leitura de relógio digital.

As ferramentas foram pensadas e desenvolvidas por alunos e um professor do Departamento de Ciência da Computação da UnB, com uma consultoria pedagógica, visando atender às necessidades reais dos alunos.

Apesar de contar com recursos visuais e sonoros, os três programas foram pensados para ser executados em computadores mais antigos, como é o caso de computadores de muitas escolas no Brasil. Contendo indicações ao professor, seu objetivo é servir de apoio aos professores que trabalham com autistas e deficientes intelectuais.

Confira mais sobre o funcionamento e ideia do software de alfabetização:

A ferramenta já é utilizada em 650 escolas públicas do Distrito Federal, ou seja, já vem sendo testada em casos reais.

A importância do aprendizado dessas habilidades apresentadas nos softwares produzidos pelo grupo Participar é que são fundamentais para a autonomia e inserção social desse público. É daí que surge o nome do projeto: visando a maior participação dos deficientes intelectuais na vida social.

Os programas estão disponíveis para download gratuito no site do Projeto Participar.


TAGS: , , ,

1 Comentário