Confira cinco eventos em destaque na agenda do GENTE QUE EDUCA e aprenda a divulgar o seu

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Um dos recursos mais interessantes que o GENTE QUE EDUCA oferece aos usuários da rede é a agenda colaborativa. Nela, você pode encontrar informações completas dos principais seminários, congressos, cursos e exposições relacionados à Educação, tanto presenciais como virtuais. E o mais importante: qualquer pessoa pode divulgar eventos importantes de seu estado, sua cidade e até de sua escola! É só preencher um breve formulário e publicar.

Para ajudar você a conhecer melhor essa ferramenta e ficar por dentro do que está rolando, separamos cinco destaques que já estão agendados.

Exposição Esculturas de Alfredo Ceschiatti
Em Ouro Preto (MG), uma mostra no Museu da Inconfidência traz as obras do artista modernista que ficou conhecido pela sua famosa escultura “Justiça”, localizada em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.
A exposição ficará aberta até o dia 26 de julho. Detalhes, aqui.

Cursos no Instituto Vera Cruz
Oficinas, palestras e diversos cursos, sobre vários temas, já estão previstos para o segundo semestre de 2015. E você pode se inscrever agora mesmo! O instituto disponibilizou os links para conferir a programação completa e saber como participar aqui.

I Jornada Pierre Bourdieu e o Ensino de Ciências
O Instituto de Física da USP promoverá, no dia 28 de julho, um ciclo de debates e apresentações de trabalhos “que possam promover reflexões e novas perspectivas de aprendizagem”, segundo o texto divulgado pela organização.
Ficou interessado? Clique aqui.

V Congresso Internacional de Pedagogia Social & Simpósio de Pós-Graduação (Cips)
Organizado pela Associação Brasileira de Pedagogia Social (ABRAPSocial) e pelo grupo de pesquisa Pedagogia Social da FEUSP, os Cips são espaços de discussão, reflexão, articulação e avaliação das práticas de pedagogia social.
O congresso acontecerá entre os dias 1º e 3 de setembro, em Vitória (ES). Mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos estão convidados! Para saber mais, clique aqui.

II Congresso Nacional de Educação
De 14 a 17 de outubro de 2015, no Centro de Convenções Raymundo Asfora, em Campina Grande (PB), acontece a segunda edição do congresso, que terá como tema “Políticas, Teorias e Práticas”.
O evento é realizado pelo Centro Multidisciplinar de Estudos e Pesquisas (Cemep), com apoio de entidades como a Associação Internacional de Pesquisa na Graduação em Pedagogia (AINPGP), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), entre outras.
As inscrições estão abertas! Clique aqui e saiba como participar.

 

TUTORIAL – Como publicar na agenda

Agora é sua vez de divulgar seu próprio evento e oportunidades que possam interessar os colegas educadores da rede. Veja como é simples:

1) Em primeiro lugar, esteja logado no GENTE QUE EDUCA. Se você ainda não se cadastrou no site, faça isso aqui. É fácil e leva só dois minutos.
Quando a tela inicial abrir, desça um pouco e clique em “Criar evento”, na coluna da esquerda.

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2) Quando a página de criação abrir, você já pode começar a preencher os campos. Escreva o nome do evento e uma descrição, com as informações que julgar mais atrativas e relevantes. Tente fazer um convite bem chamativo, ok!? :)

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3) Se quiser, também é possível colocar uma imagem de divulgação, como um logotipo ou uma foto. É só clicar em “Escolher arquivo” e selecionar no seu computador ou celular a imagem desejada.
Depois, aperte “Enviar”.

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4) A segunda parte do formulário possui campos para definir endereço eletrônico, datas, horários e, ainda, associar seu evento a algum grupo da rede. Para isso, basta começar a digitar o nome do grupo, e o sistema fará uma busca automática para completar o campo.

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5) Por último, coloque o endereço físico. Se ele for virtual, é só selecionar a opção “Online” e pronto (no passo anterior, você já deve ter colocado o link para a página do evento). Se não, é só preencher os campos e clicar em “Salvar”.

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Pronto! Em cinco passos, você já disponibilizou o convite a mais de 70 mil educadores de todo o país.

Gostou das dicas? Semana que vem, tem mais! ;)


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Curso gratuito e online sobre uso de tecnologia na sala de aula

| dicas

Universidade de Toronto abre inscrições para curso, com legendas em português

Crédito: Shutterstock

Na semana passada, mediei um bate-papo online sobre Aprendizado Personalizado (para assistir na íntegra, acesse aqui) e percebi como a relação entre tecnologia e Educação rende muitas discussões e reflexões, principalmente sobre como a tecnologia pode favorecer, de fato, a aprendizagem.

Minha dica de hoje é para quem quer se aprofundar mais nesse tema: um curso online na plataforma Edx que começará no dia 01/07. Intitulado Teaching With Technology and Inquiry: An Open Course For Teachers (algo como “ensinando com tecnologia e investigação: um curso aberto para professores”, em inglês), o curso da Universidade de Toronto é voltado para professores da Educação Básica – mas é aberto a todos os interessados – e tem a dinâmica de MOOC (Massive Open Online Course ou Curso Online Gratuito e Massivo): cada semana tem um tema a ser trabalhado por meio de vídeos e leituras, além de exercícios e atividades no fórum da plataforma.

“Este MOOC focará nas vantagens de usar tecnologia e investigação para ajudar os estudantes a aprender mais profundamente do que aprendem com as formas tradicionais de instrução. Vamos pensar sobre planejamento de currículo, particularmente para aqueles tópicos desafiadores que podem realmente se beneficiar de lições baseadas em investigação aprimorada pela tecnologia”, afirma Rosemary Evans, uma das instrutoras, no vídeo de apresentação do curso.

É possível frequentar o curso como ouvinte gratuitamente ou pagar uma taxa de 40 dólares para obter um certificado, caso cumpra as atividades mínimas exigidas. O mais bacana é que os vídeos das aulas terão legenda em Português!

legenda

Para trocar a legenda, clique no botão CC, do vídeo, e escolha a opção Português.

Se interessou? Clique aqui para se matricular no curso. É preciso fazer uma conta na plataforma – que também é gratuita -, mas é bem simples!

ATUALIZAÇÃO
Alguns leitores estavam com dúvida sobre como se inscrever gratuitamente no curso, então fiz um passo a passo:

1) Abra a página do curso.

2) Faça seu login ou cadastre-se gratuitamente na plataforma Edx.

3) Volte para a página do curso e clique no botão verde “Enroll Now”.

4)  Após se matricular, você pode escolher como deseja acompanhar o curso: para obtenção do certificado, pagando uma taxa de 40 dólares ou como ouvinte, gratuitamente.

5) Pronto! Clique no botão azul “Visualizar o curso” para ver os materiais e fórum do curso. Você será convidado a fazer uma doação para a plataforma Edx, mas isso é opcional.


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4 reflexões importantes para a formação de uma escola leitora

| Notícias, pesquisas e cursos

Grupo de estudo reuniu gestores e professores no GENTE QUE EDUCA

Qual é o papel da escola na formação de bons leitores? Como ela pode cumprir adequadamente essa tarefa, criando uma verdadeira comunidade leitora? Foi a partir dessas perguntas essenciais e da reportagem de capada edição 37 de GESTÃO ESCOLAR que a mediadora Fátima Fonseca conduziu as atividades do grupo Escola Leitora. Essa foi mais uma atividade formativa gratuita oferecida durante o mês de junho em nossa rede profissional GENTE QUE EDUCA.

Ao longo do mês de junho, Fátima, que é coordenadora da área de Língua Portuguesa da Comunidade Educativa CEDAC, propôs uma farta bibliografia e quatro atividades aos 75 participantes. A mediadora encerrou sua participação em 26 de junho, mas o grupo segue aberto para discussões entre educadores preocupados com a questão da leitura.

Por isso, se você não conseguiu acompanhar o programa de estudos, não se preocupe! Reunimos quatro momentos importantes do percurso realizado por lá, e esse resumo pode ser um excelente ponto de partida para aproveitar todo o conhecimento compartilhado. Vamos nessa?

 

Atividade 1

Para iniciar os trabalhos, Fátima convidou os membros do grupo a se apresentarem brevemente. Eles deveriam dizer, nos comentários, o que os motivava a participar, como a leitura vem sendo trabalhada nas escolas em que atuam e quais as dúvidas que tinham em relação ao tema. Nada menos que 48 pessoas escreveram! Aqui, vamos destacar duas participações.

A Rosângela da Cunha escreveu uma dúvida sobre o impacto da tecnologia no hábito de leitura:

comentário rosângela

Já a Camile de Araújo Aguiar compartilhou um pouco de sua experiência na escola em que atua:

comentário camile

Para ver todos os comentários, acesse o post aqui.

 

Atividade 2

Depois das apresentações e das primeiras dúvidas, a segunda atividade propôs aos usuários um resgate da própria memória. Fátima dividiu esse exercício em três momentos:

  1. O participante deveria escrever memórias sobre sua formação como leitor;
  2. Analisar o papel da escola que frequentou nesse processo;
  3. E pensar nas memórias que gostaria que seus alunos tivessem em relação ao trabalho de leitura na escola.

O post recebeu longos relatos, que você pode ver aqui.

 

Atividade 3

O passo seguinte foi elaborar, partindo das próprias reflexões feitas anteriormente, uma proposta de intervenção capaz de criar efetivamente uma escola leitora.

A embaixadora Ana Carolina Robles de Cara Ramos, que não é professora de Língua Portuguesa, deu uma importante contribuição, mostrando que a responsabilidade pelo trabalho com leitura não pertence a uma disciplina só:

comentário ana carolina

E houve mais comentários, todos com iniciativas promissoras! Confira o post completo aqui.

 

Atividade 4

Para finalizar, Fátima abriu um espaço para que os participantes contassem como os trabalhos do grupo impactaram a maneira de eles verem o papel da escola na formação de bons leitores. Além disso, deixou todos à vontade para tirarem as últimas dúvidas.

A embaixadora Priscila Araújo, que ainda não é professora formada, aproveitou a oportunidade e deixou um depoimento cheio de agradecimentos:

comentário priscila

Gostou? O que você pode tirar dessas discussões? Participe, contribua com sugestões, comente. O grupo Escola Leitora é um espaço permanente para trocar ideias sobre esse tema tão importante. E se você ainda não tem um perfil no GENTE QUE EDUCA, clique aqui  e faça seu cadastro gratuitamente!

 

Bônus

E teve enquete nova no GENTE QUE EDUCA! O perfil de GESTÃO ESCOLAR perguntou aos usuários: Você acredita que o aprendizado personalizado pode ser o futuro da Educação? Depois de 70 respostas, e o resultado foi este. Você concorda?

Semana que vem tem mais! :)



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Como transmitir um bate-papo online em vídeo

| Dica de aplicativo, dicas, Manuais, Tutorial

Veja, passo a passo, como usar o Hangout On Air

Desde que os programas de computador e aplicativos de celular se popularizaram, ficou mais fácil entrar em contato com as pessoas por meio de mensagens escritas ou vídeos. Alguns recursos possibilitam, inclusive, transmitir gratuitamente na internet um bate-papo ao vivo com qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo.

Um desses recursos é o Hangout On Air, da rede social Google+, disponível para qualquer internauta que tenha uma conta do Google. As equipes das redações de NOVA ESCOLA e de GESTÃO ESCOLAR usam bastante esse canal para transmitir para seus leitores as conversas online, chamadas de hangout, realizadas com especialistas. Veja um exemplo aqui.

Na escola esse recurso também pode ser bastante explorado. O professor de Língua Estrangeira, por exemplo, pode agendar um bate-papo via internet com estrangeiros para que a turma treine inglês (saiba mais aqui).

Para ajudá-lo nessa tarefa, convidamos a repórter Raissa Pascoal, de GESTÃO ESCOLAR, para preparar um passo a passo completo sobre o Hangout On Air. Você vai precisar de um computador com câmera e microfone – a maioria dos notebooks já vem com esses dispositivos – e acesso à internet. A melhor parte é que não é necessário fazer download de nada, e o vídeo fica automaticamente guardado em sua conta do Youtube, vinculada ao Google+. Confira!

1. Caso você  ainda não tenha uma conta do Google, clique aqui para criar uma.

2. Acesse o Google+ e, se solicitado, faça login com os dados de sua conta do Google. A página que vai abrir é sua timeline. Procure pelo botão “Início”, no canto superior esquerdo, e escolha a opção “Hangouts”. Ou entre diretamente na página do recurso aqui.

3. Clique no botão “Iniciar um Hangout On Air”.

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4. Forneça o nome do bate-papo, coloque uma descrição no box “Fale mais sobre o hangout” e deixe selecionada a opção “Começa >> Agora”. Caso queira agendar a transmissão, escolha a data, o horário e o tempo de duração. Clique em “Compartilhar” e, na tela seguinte, clique em “Iniciar”.

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5. Uma nova janela será aberta. Dê permissão ao navegador para usar seu microfone e sua câmera, caso ele peça. No campo “Convidar pessoas”, digite o e-mail das pessoas que participarão do hangout (elas também devem possuir uma conta do Google).
Você ainda tem a opção de deixar a conversa aberta para qualquer pessoa participar. Cheque se sua conta do Youtube está conectada ao seu perfil do Google+ e aperte “Convidar”.

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6. Espere os convidados aceitarem seu convite. Eles irão aparecer no canto inferior direito da tela. Certifique-se de que as câmeras e os áudios estão funcionando e clique no botão “Iniciar transmissão”.

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7. Para divulgar o vídeo da conversa em suas redes sociais, blog ou outra página da internet a qual você tem acesso, clique em “Links”, no canto inferior direito, e copie o endereço do Youtube.
Se desejar, é possível embedar o vídeo em um site que você administra. Para isso, copie o código que aparece em “Incorporação do vídeo” e cole-o em sua página, na interface de edição do HTML.

8. Quando terminar o hangout, aperte em “Finalizar transmissão”. O vídeo ficará automaticamente disponível no Youtube no mesmo link utilizado para transmiti-lo ao vivo.

Viu como é fácil? Experimente e nos conte o que achou, deixando sua mensagem aqui nos comentários!

 


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Na rede, internautas debatem a polêmica sobre ensino religioso

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De tempos em tempos, uma antiga polêmica volta ao centro do debate educacional: o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras. Desta vez, o assunto veio à tona por causa de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pela Procuradoria Geral da República (PGR), no Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido é para que a Corte reconheça que essa disciplina deve ter uma natureza não confessional – ou seja, não pode admitir a interferência de professores que atuem como representantes religiosos nem favorecer uma religião em especial. Por isso, o relator da ação, ministro Luís Roberto Barroso, convocou uma audiência pública para debater a questão.

Nesta semana, NOVA ESCOLA entrou na polêmica e lançou a pergunta na rede social profissional GENTE QUE EDUCA: O que você acha sobre o ensino religioso escolar?

Foram mais de 260 respostas. 58,6% afirmaram ser favoráveis à existência da disciplina, se houver uma abordagem neutra: o conjunto das religiões como construção humana. 38,7% são contra qualquer tipo de abordagem. Defendem a ideia de que a escola é um ambiente laico e que as questões religiosas devem ficar de fora – esta, aliás, tem sido a posição defendida por NOVA ESCOLA (clique aqui e veja uma lista de conteúdos sobre a relação entre ensino e religião). Uma pequena minoria (2,7%) defendeu o ensino religioso tendente ao modelo confessional. Confira o resultado completo:

Além da participação intensa na enquete, alguns usuários fizeram comentários a respeito. Mariana Morais escreveu: “[Sou a favor, mas] depende do tipo de ensino religioso que se pretende. Na minha concepção, deve ser desvinculado de qualquer tipo de religião e servir para que formemos cidadãos que respeitem o próximo, que saibam conviver e respeitar as diferenças”.

Valdirene Julio Prestes se mostrou crítica em relação à disciplina: “Como vão querer ensinar religião e fundamentos embasados na Bíblia? Poderiam colocar [uma disciplina ligada à] cidadania no lugar”.

 

Lá como cá, um cenário de divergências

O resultado da enquete parece repetir a tendência que se viu na audiência realizada segunda-feira (15/6), em Brasília. Das 31 entidades que tiveram espaço para expor seus pontos de vista, 20 defenderam, com maior ou menor ênfase, a manutenção da obrigação constitucional de oferecer o ensino religioso nas escolas públicas, mas com um caráter não confessional. Quatro entidades argumentaram a favor do Ensino Religioso confessional, entre elas a Arquidiocese do Rio de Janeiro e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Ambas defenderam o acordo diplomático entre a Santa Sé e o Brasil, firmado em 2008, que trata da questão. As duas correntes de opinião, no entanto, têm um ponto em comum: os alunos não devem ser obrigados a participar das aulas da disciplina. Outras sete organizações reinvindicaram uma mudança constitucional que ponha fim à disciplina. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) sugeriu, por exemplo, a integração do estudo sobre as religiões em disciplinas como História e Sociologia. Confira, abaixo, a lista de entidades e seus respectivos representantes que participaram da audiência (em ordem alfabética):

 

Defenderam o ensino religioso não confessional:

  • Ação Educativa Assessoria, Pesquisa e Informação (Salomão Barros Ximenes)
  • AMICUS DH – Grupo de Atividade de Cultura e Extensão da Faculdade de Direito da USP (Virgílio Afonso da Silva)
  • ANAJUBI – Associação Nacional de Advogados e Juristas Brasil-Israel (Carlos Roberto Schlesinger)
  • ANIS – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Debora Diniz)
  • ASSINTEC – Associação Inter- Religiosa de Educação e Cultura (Elói Correa dos Santos)
  • Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião – ANPTECRE (Wilhelm Wachholz)
  • Clínica de Direitos Fundamentais da Faculdade de Direito da UERJ (Daniel Sarmento)
  • Comissão Permanente de Combate às Discriminações e Preconceitos de Cor, Raça, Etnia, Religiões e Procedência Nacional da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Carlos Minc Baumfeld)
  • Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (Gilbraz Aragão)
  • Conselho Nacional de Educação do Ministério da Educação (Luiz Roberto Alves)
  • Conselho Nacional de Secretários de Educação – CONSED (Eduardo Deschamps)
  • Federação das Associações Muçulmanas do Brasil – FAMBRAS (Ali Zoghbi)
  • Federação Espírita Brasileira – FEB (Alvaro Chrispino)
  • Federação Nacional do Culto Afro-Brasileiro – FENACAB em conjunto com Federação de Umbanda e Candomblé de Brasília e Entorno (Antônio Gomes da Costa Neto)
  • Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso – FONAPER (Leonel Piovezana)
  • Igreja Assembleia de Deus – Ministério de Belém (Abiezer Apolinário da Silva) e Convenção Geral da Assembleia de Deus no Brasil
  • Igreja Universal do Reino de Deus (Renato Gugliano Herani)
  • Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB (Gilberto Garcia)
  • Observatório da Laicidade na Educação, em conjunto com o Centro de Estudos Educação & Sociedade (Luiz Antônio Cunha)
  • Sociedade Budista do Brasil – SBB (João Nery Rafael)

Defenderam o ensino religioso confessional

  • Arquidiocese do Rio de Janeiro (Luiz Felipe de Seixas Corrêa)
  • Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (Manoel Morais)
  • Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB (Antonio Carlos Biscaia)
  • Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família (Pastor Eurico (PSB/PE))

Defenderam o fim do ensino religioso nas escolas públicas

  • Centro de Raja Yoga Brahma Kumaris (Cleunice Matos Rehem)
  • Conectas Direitos Humanos (Oscar Vilhena Vieira)
  • Confederação Israelita do Brasil – CONIB (Roseli Fischmann)
  • Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE (Roberto Franklin de Leão)
  • Convenção Batista Brasileira – CBB (Vanderlei Batista Marins)
  • Convenção Nacional das Assembleias de Deus – Ministério de Madureira (Bispo Manoel
  • Ferreira)
  • Liga Humanista Secular do Brasil – LIHS (Thiago Gomes Viana)

 

No site do STF, é possível ler um resumo da apresentação de cada uma das entidades: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=293611 http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=293631 http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=293662 http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=293675

 

Fique ligado no GENTE QUE EDUCA! Faça seu cadastro e acompanhe as próximas enquetes e outras novidades do site. :)


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Milhares de riquezas culturais do mundo em um lugar só!

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Acervo da Biblioteca Digital Mundial é online, gratuito e tem versão em português

Crédito: Biblioteca Digital Mundial

“Novo e Preciso Mapa do Mundo”, do holandês Nicolaus Visscher (1690). Crédito: Divulgação/Biblioteca Digital Mundial

Imagine entrar em uma biblioteca e se deparar com um antigo manuscrito chinês. Logo adiante, poder folhear o Livro dos Reis, obra da Pérsia do século XVI, e depois apreciar uma gravura do espanhol Francisco de Goya. Incrível, né?

Pois essa biblioteca existe e está a um clique de distância! A Biblioteca Digital Mundial reúne mais de 11 mil itens sobre 193 países de 1200 a.C até os dias de hoje. O acervo é um prato cheio para professores e alunos mergulharem nos tesouros culturais da humanidade!

Tudo começou com um bibliotecário do Congresso dos Estados Unidos. Durante um discurso para a Unesco, em 2005, ele sugeriu a criação de um espaço virtual com arquivos de todos os países e culturas. A ideia era fornecer conteúdo cultural diversificado na internet, além de promover a compreensão entre as culturas. A Unesco se identificou com a proposta e decidiu realizar o projeto. Quatro anos depois, nascia a Biblioteca Digital Mundial.

O site disponibiliza diferentes tipos de arquivo, como jornais, filmes, fotografias, manuscritos, mapas e livros. Cada item tem uma página própria com informações e link para realizar o download do arquivo. É possível filtrar os itens por lugar, período, tópico, tipo, idioma e instituição, o que torna a pesquisa muito fácil – e divertida!

Não deixe de ver os conteúdos interativos para usar em sala de aula, como linhas do tempo (esta tem grandes marcos da História mundial) e mapas interativos (este é sobre a Rússia Imperial).

Gostou da dica? Conte nos comentários qual tesouro cultural você gostaria de conhecer!


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Enquete da Semana no GENTE QUE EDUCA: 72% dos educadores participam das discussões dos planos municipais de Educação

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Fotos, dicas de leitura, novas amizades… Ufa! No GENTE QUE EDUCA, o que não falta é novidade. E, nesta semana, o blog Tecnologia na Educação separou cinco destaques da semana, entre elas o resultado da pesquisa respondida pelos usuários, sobre os planos municipais de Educação. Vamos lá?

Enquete da Semana

Com o prazo para elaboração e aprovação dos planos municipais de educação chegando ao fim, o site GESTÃO ESCOLAR promoveu, na terça-feira (9/6), um bate-papo sobre o assunto com Marcia Adriana de Carvalho, especialista do Conviva. E, para saber como os educadores estão se envolvendo na discussão, o perfil de GESTÃO ESCOLAR perguntou: Você participou ou está participando da elaboração dos planos municipais de Educação? O resultado apontou que a grande maioria participou do processo! Veja os números no gráfico:

E você, acha que o resultado está próximo da realidade? Comente!

 

Ao ar livre

O professor Francisco Elitom Rodrigues da Silva publicou fotos de um passeio pela cidade de Sobral (CE). Ele conta que os alunos visitaram os principais pontos do município e trabalharam conteúdos de diversas disciplinas. Dê uma olhada nesta foto que mostra a turma visitando a Igreja das Dores, ponto turístico do município:

Para conferir o post completo, clique aqui.

Ajude a Jeanina

A professora de 1º ano e estudante de pedagogia Jeanina Lima nos pede uma força: “Estou precisando de sugestões de livros que abordem o tema aprendizagem e as suas dificuldades, na visão de Piaget, para minha monografia”, escreveu.

Vamos ajudá-la! Para oferecer sugestões, é só acessar o post completo.

Indicação de livro

Gilles Deleuze foi o autor escolhido pelo usuário Alexandre Rodrigues da Silva para uma indicação de leitura. A obra do filósofo francês escolhida é “Espinosa – Filosofia Prática”, e está disponível em diversas livrarias ao preço médio de 45 reais. Que tal?

Unidos pela Língua Portuguesa

O perfil da Equipe Gente que Educa continua promovendo a Campanha da Amizade! É uma oportunidade dos usuários se apresentarem e conhecerem novos amigos, adicionando-os a suas redes. Esta semana, foi a vez dos professores de Língua Portuguesa! A usuária Isabel Cristina Alves Ferreira foi uma das que participou. Ela conta é de Taguatinga (DF) e que também dá aulas de Língua Estrangeira.

Quer participar também? Ainda dá tempo de conhecer gente nova! Acesse o post e se apresente aqui.

E você, ainda não faz parte do GENTE QUE EDUCA? Então cadastre-se!


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Teoria de Paulo Freire explicada em vídeo

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Financiado coletivamente, professor abordará cada um dos subcapítulos da obra Pedagogia da Autonomia em série de 30 episódios

Paulo Freire (1921-1997) foi um dos mais célebres educadores brasileiros. Mesmo assim, seu pensamento, que defende a Educação para consciência crítica e transformação do mundo, é alvo constante de julgamentos.

Com o objetivo de contribuir para um debate mais qualificado sobre o educador, o professor e pesquisador do Centro de Educação, Comunicação e Artes da Universidade Estadual de Londrina André Azevedo da Fonseca lançou no início do ano uma campanha na plataforma Catarse para financiar coletivamente o projeto “Pedagogia da autonomia, de Paulo Freire”. A ideia, que arrecadou R$ 11.725 com a ajuda de 143 apoiadores, é produzir vídeos que explicam cada um dos subcapítulos da obra Pedagogia da Autonomia, último livro escrito por Freire. “Sempre observei que ele é desses autores importantes que infelizmente são mais citados do que verdadeiramente lidos ou estudados. Sua obra é pouco conhecida e discutida no Brasil, sobretudo entre o público que não está habituado aos estudos de Pedagogia”, disse em entrevista ao blog Tecnologia na Educação.

Já foram publicados cinco dos 30 vídeos prometidos até o fim do ano. Eles são propositalmente curtos, com cerca de 5 minutos de duração, para propiciar a discussão pontual dos temas e tornar mais fácil o convite ao debate. “Quero que todos fiquem à vontade para discutir e compartilhar com os amigos nas redes sociais”, afirma Fonseca. Toda segunda-feira, às 10h, um novo vídeo é publicado no canal do professor.

Ele conta que começou a estudar a teoria freireana em 2004, quando se tornou professor universitário e sentiu a necessidade de melhorar sua prática docente e planejar aulas mais significativas. “Entre erros e acertos, ainda estou aprendendo a me tornar um professor em busca de ensinar e aprender com os estudantes, me esforçando para relacionar os conhecimentos de sala de aula com as suas vidas e com o mundo”, explica.

Leia a seguir trechos da conversa com o professor:

NOVA ESCOLA - O livro Pedagogia da Autonomia é de 1996. O que Paulo Freire tem a dizer aos educadores em 2015?

ANDRÉ FONSECA – Paulo Freire é um educador necessário aos novos tempos e tem muito a contribuir para a Educação no século 21. Os princípios de que o conhecimento é um processo em transformação; de que é indispensável relacionar os conhecimentos escolares com a vida dos alunos e com a realidade; de que os saberes que os estudantes já trazem de suas experiências devem interferir na dinâmica da sala de aula; e a noção de que professores e alunos devem realizar pesquisa e produzir conhecimento na escola, transformando os saberes e contribuindo com a sua comunidade com base em suas reflexões e descobertas, são muito interessantes para inspirar as transformações necessárias à Educação do nosso século.

Quais são as potencialidades da utilização de vídeos na Educação?

Ainda estou experimentando o uso do YouTube e de outras plataformas na Educação, mas vejo que há muitas possibilidades interessantes. Já emprego os vídeos nas minhas aulas no mestrado em Comunicação, por exemplo. Eles assistem previamente a um conjunto de aulas teóricas nos vídeos e aproveitamos o tempo de sala de aula para discutir, aplicar as teorias em estudos de casos e avançar no conteúdo, o que enriquece bastante as interpretações. Além disso, os vídeos oferecem uma oportunidade de promover divulgação científica em escala bem mais ampla do que estamos acostumados na academia. É uma forma de fazer extensão universitária e contribuir na popularização dos saberes acadêmicos. É claro que o YouTube não vai substituir as aulas, que exigem uma interação mais viva e métodos mais rigorosos de acompanhamento, revisão, correção e avaliação. Mas é uma ferramenta e uma linguagem interessante, e pode contribuir muito para complementar ou para aguçar o interesse de um público mais amplo.

Durante os protestos de 15 de março de 2015, uma faixa com os dizeres “Chega de doutrinação marxista. Basta de Paulo Freire” tomou as redes sociais. Por que a obra freireana é tão criticada?

Paulo Freire foi o educador que melhor denunciou a doutrinação ideológica nas escolas. Ele explica em que medida a Educação está carregada de ideologias e demonstra que a melhor forma de lidar com isso é a liberdade, o respeito, a lealdade, o rigor nos estudos e o estímulo a diversidade, de modo que os alunos tenham recursos para exercer a sua autonomia intelectual. Por isso, nem defino aqueles dizeres como uma crítica, pois é nítido que se trata apenas de um preconceito reproduzido por pessoas que não leram e não conhecem a pedagogia dele. Ou seja, não é uma crítica, mas uma agressão verbal. Na ampla maioria das vezes, vejo acusarem Paulo Freire de ser o avesso do que é. A palavra “doutrinação” é precisamente o contrário da pedagogia da autonomia. É aquilo que ele mais critica! E o equívoco fica ainda maior porque a pedagogia freireana raramente aparece nas escolas brasileiras, que em geral ainda se mantém firmes nos princípios autoritários que ele denuncia. Nas escolas que incorporam valores como a ética, a solidariedade e os princípios democráticos é que vemos a presença de Freire. Vejo que aqueles preconceitos são reproduzidos de um conjunto de formadores de opinião com um discurso conservador muito agressivo, que defende a perspectiva de que Educação é uma mercadoria, que os alunos são clientes e que o objetivo da escola é treinar crianças e adolescentes para o vestibular e adaptá-los para o mercado de trabalho. Paulo Freire discorda desse modelo, pois observa que a escola tem um papel mais amplo no sentido de favorecer a criatividade, a autonomia, a crítica e a humanização dos estudantes. Transformação em vez de adaptação. Para ele, alunos não devem ser um reflexo da sociedade, mas uma reflexão sobre ela.

Assista aos vídeos já publicados do projeto Pedagogia da Autonomia


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O que é um meme?

| blog, Dica de site

Richard Dawkins, biólogo evolucionista que criou o termo em 1976, explica a origem do conceito e fala sobre seu uso no meio digital

Crédito: Shutterstock

Seus alunos devem mostrar novidades da internet praticamente todos os dias. “Prof, esse vestido é azul ou branco?”, “você já viu o último vídeo de gatinhos que tá bombando na internet?” e segue o desfile de imagens, frases, gifs, vídeos ou qualquer outra forma de conteúdo que viraliza pelas redes sociais, sites, emails e aplicativos de mensagem. São os famosos memes da internet.

Mas você sabia que o criador do termo é um biólogo que não estava nem aí para a cultura digital? O renomado (e polêmico) biólogo britânico Richard Dawkins, um dos principais cientistas que estuda a evolução das espécies, esteve na Editora Abril na semana passada para uma palestra e explicou a origem do conceito, cunhado em seu best-seller O gene egoísta, de 1976. Naquela época a internet sequer existia!

O livro O gene egoísta popularizou a ideia de que a seleção natural acontece a partir dos genes. Eles “buscam” a sobrevivência, por meio de corpos capazes de sobreviver e de se reproduzir (para replicar os genes). O biólogo contou que queria terminar o livro com a proposta de que a cultura também se espalha como os genes. O meme é o equivalente cultural do gene, a unidade básica de transmissão cultural, que se dá por meio da imitação.

“Mimeme” provém de uma raiz grega adequada [mimesis, ou seja, imitação] , mas quero um monossílabo que soe um pouco como “gene”. Espero que meus amigos helenistas me perdoem se eu abreviar mimeme para meme. (Richard Dawkins. O gene egoísta, 1976)

Sotaques, moda, slogans… Tudo isso são memes que se propagam. “Quando alguém assovia uma melodia na rua e outra pessoa ouve, começa a assoviá-la e isso se espalha como uma epidemia pela cidade”, exemplificou.

“Quando você planta um meme fértil em minha mente, você literalmente parasita meu cérebro, transformando-o num veículo para a propagação do meme, exatamente como um vírus pode parasitar o mecanismo genético de uma célula hospedeira.” (Richard Dawkins. O gene egoísta, 1976)

Sobre o uso do termo para descrever os virais da internet, ele disse que não se importa com a apropriação: “A internet é um fenômeno novo, que não existia quando eu criei o meme. É um belo ambiente para o meme espalhar!”, disse.

O fenômeno dos memes é tão popular que já existem “geradores de memes”, como o Gerador de memes e o Meme Generator. São ferramentas que possibilitam a criação de imagens com texto em poucos segundos, um dos tipos mais famosos de memes.

Que tal utilizá-las para uma sequência didática sobre cultura digital, o poder das redes sociais ou até mesmo para falar sobre os cuidados que devemos ter ao compartilhar conteúdo nas redes sociais? Esta professora dos Estados Unidos fez um experimento para falar sobre segurança e privacidade nas redes: ela postou em sua página do Facebook a imagem abaixo, pedindo para que as pessoas compartilhassem o post e comentassem da onde eram. O post recebeu 47.385 likes, 217.649 comentários e mais de 351.000 compartilhamentos.

Crédito: ABC News/ Cortesia de Michele Van Bibber

“Por favor, compartilhe esta foto para um experimento sobre mídias sociais. Escreva sua localização nos comentários. Obrigada!”

Ao site ABC News ela disse que seus alunos não tinham ideia de como a foto poderia se espalhar tão rapidamente. “Eu queria que eles fossem um pouco mais cuidadosos com quem pode ter acesso ao que eles postam – e se caísse em mãos erradas? Além disso, algumas decisões tomadas sem pensar direito hoje podem nos prejudicar futuramente.” (Leia a matéria completa no site da ABC News, em inglês.)

Assista à palestra, em inglês, do biólogo Richard Dawkins na Editora Abril, em São Paulo.

E você? O que acha do potencial da internet para difundir memes? Você já conversou com seus alunos sobre o tema? Conte pra gente nos comentários!


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Conheça os novos embaixadores do GENTE QUE EDUCA!

| gente que educa

Nossa homenagem aos educadores mais ativos na rede

Você que nos acompanha aqui no blog todas as sextas-feiras sabe que procuramos dar voz àqueles que fazem a Educação realmente acontecer, com uma atenção ainda mais especial aos gestores, professores e graduandos que compartilham suas dúvidas e experiências em nossa rede profissional de educadores.

Pensando nisso, no início deste ano, passamos a homenagear os usuários mais ativos com o título de Embaixador do GENTE QUE EDUCA. A seleção é feita com base no número total de posts, comentários, planos de aula e eventos publicados e na periodicidade de acesso ao site colaborativo.

Os 10 primeiros foram escolhidos em janeiro (saiba mais aqui). Além do selo na foto, os embaixadores têm destaque no site, aqui no blog Tecnologia na Educação e em nossas páginas no Facebook! ;)

A seguir, conheça um pouquinho dos seis novos embaixadores eleitos:

  • Ana Carolina Robles de Cara Ramos
    Professora do Fundamental 2 e do Ensino Médio, gosta de conversar sobre Filosofia, Geografia e assuntos políticos da atualidade. Quer um exemplo? Então leia os posts que ela fez em seu grupo Filosofia no presente e Michel Foucault no Ensino Médio (link direto). Vale a pena seguir!
  • Betina Serson
    Formada em Pedagogia, possui pós-graduação em Psicopedagogia e mestrado em Early Childhood Education, nos Estados Unidos, onde trabalhou durante 12 anos com Educação Infantil. Hoje, ela atua com psicopedagogia clínica e certamente tem muito a contribuir com os colegas na rede.
  • Fátima Holanda
    A diretora escolar busca trocar informações com outros gestores. Por isso, criou o grupo Desafios da escola atual: um olhar sobre a escola, numa perspectiva de positivação de seu papel e função. Que tal contribuir com os debates propostos por lá? Acesse!
  • Marcos Roberto da Conceição
    Recém-formado em Educação Física, no momento ele não está atuando diretamente com Educação. Apesar disso, nos revelou sua ambição: “Meu objetivo é contribuir com o desenvolvimento integral do ser humano através da Educação Física”. Alguém duvida de que ele vai chegar lá?
  • Robson Luiz Veiga
    Professor de Língua Portuguesa e Literatura, também atua como coordenador da biblioteca escolar em uma das escolas em que dá aula. Ele se dedica a projetos de incentivo à leitura, tanto para o Fundamental como para o Ensino Médio. Quer saber sobre suas iniciativas? Basta adicioná-lo como amigo na rede e acompanhar seus posts.
  • Vania de Souza
    “Amo o que faço e, por isso, compartilho!” É o que respondeu Vania ao ser questionada sobre a profissão e sua participação na rede. Atualmente, atua como pedagoga e é especialista em formação de docentes para o Ensino Superior e em Educação a Distância.

Agora é com você: deixe seu comentário sobre a escolha dos novos embaixadores. E continue contribuindo com seu conhecimento no GENTE QUE EDUCA. Queremos ver você na próxima lista de embaixadores!



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