Edição 224 | Agosto 2009

Jornais, cartas, fábulas, lendas, informes publicitários, receitas, convites, poesias, cantigas, parlendas... Não é novidade incluir os diferentes gêneros nas aulas de Língua Portuguesa. Quem acompanha NOVA ESCOLA encontra regularmente reportagens e planos de aula relativos ao tema. Tanto é assim que, desde a edição de janeiro/fevereiro, estamos publicando uma série sobre a produção de texto.
No início deste segundo semestre, resolvemos voltar ao assunto em uma reportagem de capa para dar a você mais instrumentos para trabalhar bem em sala. Isso porque, indicam os especialistas, há professores que ainda abordam com a garotada as características dos diversos gêneros sem, contudo, propor a leitura e a escrita de cada um deles nas situações em que aparecem em nosso dia a dia.
Para ajudá-lo na tarefa, o repórter Anderson Moço fez uma ampla pesquisa em busca de boas propostas já implantadas. Com a assessoria da coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA, Regina Scarpa, ele selecionou dois currículos em que os gêneros são abordados como uma forma de desenvolver os comportamentos leitores e escritores, esses, sim, conteúdos. Quem quer se aprofundar ainda mais nessa área vai encontrar outros textos relacionados ao tema no nosso site).
Leia também a segunda reportagem da série sobre o Desenvolvimento Infantil, da repórter Thais Gurgel. Depois de conhecer como o discurso narrativo se desenvolve nos pequenos, vá ao site e assista a um vídeo em que histórias contadas por crianças de 3 a 6 anos são analisadas por uma especialista.
Não é apenas nesses dois casos que site e edição impressa se complementam. Em diversas reportagens, você vai encontrar um lembrete com a indicação de conteúdos que permitem aprofundar os conhecimentos. Não deixe de usar esse importante recurso.
Um grande abraço,
Gabriel Pillar Grossi
Diretor de Redação
Oséas Antônio - Postado em 16/08/2009 18:46:16
Parabéns pela interessante e pertinente abordagem acerca do trabalho com generos, visto que cabe a nós professores atrairmos o nosso aluno para a sala de aula, e isso será efetivamente possível quando aprendermos a utilizar os generos disponíveis a favor do próprio aluno, porque o que motiva o aluno a querer aprender cada vez mais é a amostragem de como o que está sendo aprendido será utilizado e ou o ajudará na vida prática.